Mercado fechado
  • BOVESPA

    128.767,45
    -497,51 (-0,38%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.129,88
    -185,81 (-0,37%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,08
    +0,02 (+0,03%)
     
  • OURO

    1.780,40
    +3,00 (+0,17%)
     
  • BTC-USD

    33.827,64
    +1.344,42 (+4,14%)
     
  • CMC Crypto 200

    809,67
    +15,34 (+1,93%)
     
  • S&P500

    4.246,44
    +21,65 (+0,51%)
     
  • DOW JONES

    33.945,58
    +68,61 (+0,20%)
     
  • FTSE

    7.090,01
    +27,72 (+0,39%)
     
  • HANG SENG

    28.488,94
    +179,18 (+0,63%)
     
  • NIKKEI

    28.931,07
    +46,94 (+0,16%)
     
  • NASDAQ

    14.289,00
    +30,75 (+0,22%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9113
    -0,0085 (-0,14%)
     

BCE deve manter ritmo mais alto de compras de títulos no 3º tri

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Cresce a expectativa entre economistas e investidores de que o Banco Central Europeu vai estender o rápido ritmo de compras de títulos de emergência na próxima reunião, apesar do provável reaquecimento da economia.

HSBC, UBS e ABN Amro Bank estão entre os que esperam que o conselho do BCE dê continuidade ao modelo atual de estímulo em 10 de junho. Economistas entrevistados antes da reunião anterior disseram que as compras provavelmente seriam reduzidas.

A Bloomberg Economics agora prevê que as compras serão mantidas em cerca de 85 bilhões de euros (US$ 103 bilhões) por mês no terceiro trimestre, em vez de cair para o mesmo nível do primeiro trimestre.

Nos últimos dias, autoridades refutaram a ideia de que estão prontos para desacelerar as compras. Com membros do BCE mais inclinados ao aperto monetário relativamente quietos sobre o assunto, o cenário indica uma política monetária ainda mais frouxa.

“Isso se inclina para a probabilidade de continuidade do ritmo de compras ‘significativamente’ mais rápido no terceiro trimestre (...)”, disse Greg Fuzesi, economista do JPMorgan Chase, em relatório.

Investidores perceberam a mudança de humor. Os rendimentos dos títulos alemães de 10 anos caíram 10 pontos-base desde que atingiram o maior nível em dois anos na semana passada, sugerindo que as expectativas de desaceleração do programa do BCE foram reduzidas.

Mais otimismo

As compras do programa da pandemia aumentaram em março, quando a recuperação dos EUA impulsionava os rendimentos globais dos títulos e a zona do euro enfrentava uma recessão de duplo mergulho. O BCE vai divulgar novas projeções econômicas que devem confirmar uma perspectiva muito mais otimista com a aceleração da vacinação.

Na sexta-feira, um relatório da Comissão Europeia mostrou que a confiança na economia subiu em maio para o nível mais alto em mais de três anos, à medida que restaurantes, hotéis e lojas na região começaram a reabrir.

Ainda assim, em um sinal de que a recuperação continua frágil, dados da França divulgados na sexta-feira foram muito mais fracos do que o esperado. Os gastos do consumidor caíram 8,3% em abril em relação ao mês anterior, mais do que o dobro da previsão, e o PIB do primeiro trimestre foi revisado para uma queda. A Finlândia também registrou uma inesperada retração da economia.

O presidente do banco central da França, François Villeroy de Galhau, disse que a ideia de desacelerar as compras de títulos no terceiro trimestre é “puramente especulativa”. Seu homólogo alemão, Jens Weidmann, normalmente inclinado ao aperto monetário, optou por não discutir a política atual em discurso na quinta-feira. Robert Holzmann, presidente do banco central da Áustria, afirmou que as compras serão determinadas por condições do mercado.

Isabel Schnabel, que integra o conselho do BCE, minimizou preocupações em entrevista à Reuters publicada na sexta-feira, dizendo que rendimentos mais altos são um “desenvolvimento natural em um ponto de inflexão na recuperação”. Mas também disse que a retirada prematura do apoio monetário ou fiscal seria um erro, e que novos dados devem ser avaliados antes de decidir o ritmo de compra de títulos.

“Parece muito cedo para começar a reduzir o ritmo de compras”, disse o economista do HSBC, Fabio Balboni, em relatório aos clientes, citando “a recuperação ainda em fase inicial, a inflação abaixo da meta e países que recentemente aumentaram suas estimativas de déficit fiscal”.

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos