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BCE deve desconsiderar alta temporária da inflação, diz Schnabel

Jonathan Tirone e Catherine Bosley
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Banco Central Europeu vai desconsiderar qualquer aceleração temporária da inflação neste ano causada pela demanda reprimida, segundo Isabel Schnabel, que integra o conselho executivo da instituição.

O fim das restrições para conter a propagação da Covid-19 pode levar os preços de itens como viagens ou refeições em restaurantes a “desenvolver uma certa dinâmica”, disse Schnabel em entrevista ao jornal austríaco Der Standard publicada na terça-feira.

“Mas uma evolução de curto prazo desse tipo não deve ser confundida com uma alta sustentada da inflação, que levaria muito tempo para se consolidar”, afirmou. “É por isso que não afetaria nossas decisões de política monetária, que são voltadas para um horizonte de médio prazo.”

O “maior erro econômico” seria retirar o apoio monetário ou fiscal cedo demais, disse.

A inflação da zona euro, atualmente em -0,3%, é desacelerada por fatores relacionados à pandemia, como queda dos preços da energia, incentivos fiscais temporários e restrições, como o fechamento de restaurantes, que visam controlar a segunda onda de coronavírus.

Os lockdowns devem provocar outra queda do PIB da zona do euro no primeiro trimestre, e bancos como JPMorgan Chase e UBS rebaixaram suas previsões.

O lento início das campanhas de vacinação também lança dúvidas sobre a rapidez com que as empresas conseguirão se recuperar.

O BCE, que se reúne para decidir a política monetária na próxima semana, combate a crise com compras de ativos, empréstimos baratos e taxas de juros negativas, embora autoridades tenham repetidamente enfatizado que a política fiscal também é necessária.

“Apenas a política de governos pode fornecer alívio, garantindo o crescimento sustentável e incentivando o investimento”, disse Schnabel. “O nível geral das taxas de juros subirá novamente.”

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