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BCE confirma apoio monetário à economia

·2 minuto de leitura
O Banco Central Europeu (BCE)

O Banco Central Europeu (BCE) confirmou nesta quinta-feira (21) suas medidas de apoio à economia da zona do euro, em um contexto de restrições prolongadas devido à pandemia de coronavírus, que podem frear a recuperação.

"Um estímulo monetário significativo continua sendo essencial para preservar as condições de financiamento favoráveis", considerou a presidente do BCE, Christine Lagarde, após uma reunião do Conselho de Governadores.

A principal arma do BCE, o programa de compra de dívida pública e privada (PEPP) lançado em março antes da primeira onda de contágios para manter as condições de financiamento favoráveis, continua vinculado aos 1,8 bilhões de euros que serão utilizados a partir de agora até março de 2022.

Este pacote "não será utilizado na sua totalidade" se o BCE considerar que o ritmo de aquisição de ativos é suficiente para garantir boas condições, acrescentou o comunicado.

Ao contrário, essa dotação também poderia ser "recalibrada" no caso de um "choque negativo" relacionado à pandemia sobre o nível de inflação, principal objetivo perseguido pela instituição.

O outro programa, mais antigo, denominado "QE" ("Quantitative Easing"), manteve-se igualmente no seu nível atual de 20 bilhões de euros por mês, sem um limite de tempo programado.

Da mesma forma, a instituição concederá aos bancos novas ondas de empréstimos baratos, enquanto as taxas de juros foram mantidas em mínimos históricos.

Parte da liquidez depositada junto ao BCE em vez de distribuída por meio de empréstimos permanecerá tributada a -0,5%, como vem sendo desde setembro de 2019.

A taxa básica aplicada ao refinanciamento bancário de curto prazo manteve-se em zero, nível em que se encontra desde 2016.

Este arsenal permitirá que Estados, empresas e famílias obtenham empréstimos a juros baixos, para estimular o investimento e o emprego e, por último, os preços.

O Conselho de Governadores continua disposto a "ajustar adequadamente seus instrumentos" para ganhar sua aposta sobre a inflação, disse a instituição.

A presidente do BCE comentou que "a intensificação da pandemia apresenta alguns riscos para as perspectivas econômicas de curto prazo".

A evolução da situação sanitária está no centro das atenções do banco à medida que o aparecimento de novas variantes do vírus e a lenta aplicação de vacinas anuviam a esperança de um rápido retorno ao crescimento.

jpl/smk/abx/age/mb