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BCE analisa se Wall Street ainda centraliza operações em Londres

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A gestão de risco de bancos de investimento globais está na mira do Banco Central Europeu, que investiga se essas instituições ainda se apoiam nas unidades de Londres mesmo após o Brexit, segundo pessoas a par do assunto.

O BCE e reguladores nacionais analisam de perto onde os bancos têm funcionários-chave e contabilizam transações, a fim de garantir que os riscos relacionados aos clientes da União Europeia sejam registrados no bloco e não escapem da supervisão da instituição, disseram as pessoas, que falaram sob anonimato.

A revisão, chamada de “mapeamento de mesa”, abrange as unidades na UE de bancos internacionais como Goldman Sachs, Citigroup, JPMorgan Chase, Bank of America, Barclays e Morgan Stanley, disseram as pessoas. O BCE pediu aos bancos que respondessem a perguntas detalhadas sobre seus sistemas de gestão de risco, incluindo onde os operadores e a equipe de risco associada estão localizados e como processam as negociações, disseram as pessoas.

Quase cinco anos depois que o Reino Unido votou para deixar a UE, bancos e reguladores ainda lidam com as implicações práticas em meio à incerteza sobre como serão os acordos de longo prazo relativos aos serviços financeiros. O BCE busca controlar a prática segundo a qual os bancos atendem clientes na Europa enquanto mantêm capital e gestão no Reino Unido, sob o argumento de que isso dificulta a supervisão dos riscos.

A revisão é parte dos esforços para alcançar a comparabilidade das práticas atuais nos bancos que o BCE supervisiona e garantir que as instituições atendam a padrões de referência comuns, disse uma das fontes. A revisão ainda não foi concluída, o que dificulta determinar quais bancos estão mais longe de atender às expectativas do BCE.

Estágio inicial

“O exercício de mapeamento de mesa está em estágio inicial e ainda em andamento. Assim, o BCE ainda não deu feedback aos bancos individuais sobre o resultado”, disse uma porta-voz do BCE em comunicado à Bloomberg.

Desde o referendo de 2016, centenas de bilhões de dólares em ativos e milhares de empregos foram transferidos para cidades como Paris, Frankfurt, Dublin e Amsterdã. Embora esse movimento ainda não ameace o status de Londres como centro financeiro global, a UE deixou claro que espera mais mudanças nos próximos anos.

Ao longo do processo do Brexit, bancos têm adotado medidas conservadoras, na esperança de manter suas opções em aberto no caso de um acordo oferecer mais acesso entre Londres e a UE.

As restrições de mobilidade causadas pela pandemia criaram mais obstáculos à implementação, inicialmente levando a um grau de leniência do supervisor. Desde então, o BCE disse que os bancos que colocam seus planos do Brexit em prática não terão permissão de usar a pandemia como desculpa para atrasar a realocação de funcionários.

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©2021 Bloomberg L.P.

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