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BC quer débito automático, aproximação e parcelamento para o Pix

·2 min de leitura
In this photo illustration a Pix logo seen displayed on a smartphone with a Pix logo in the background on September 27, 2021 in Sao Paulo, Brazil. (Photo Illustration by Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)
Banco Central estuda novas possibilidades para a plataforma Pix. Photo Illustration by Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)
  • Banco Central estuda novas possibilidades para a plataforma Pix;

  • Dentre as novas possibilidades, estão até mesmo a possibilidade de transferências internacionais;

  • Datas de lançamento de novas funções ainda não estão definidas pelo BC;

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos lançado pelo Banco Central, foi criado há pouco mais de um ano, e se provou um grande sucesso, já tendo sido utilizado mais de 1,6 bilhão de vezes e movimentado mais de R$ 4 trilhões. A ferramenta se popularizou e, de acordo as últimas estatísticas divulgadas pelo BC e reveladas pela CNN Brasil, de setembro de 2021, as transações feitas pelo sistema superam as realizadas por boletos, TEDs, DOCs e cheques somados.

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Desde o seu lançamento, a ferramenta já passou por algumas modificações e avanços. As mais recentes novidades foram o Pix Saque e o Pix Troco, que estrearam no dia 29 de novembro. E as inovações não devem parar por aí: segundo a CNN Brasil, o Banco Central já anunciou duas atualizações para 2022 e confirmou ao canal que tem planos para implementar outros modos de utilização no futuro.

Novas possibilidades vão de débito automático a transferências internacionais

De acordo com informações da CNN Brasil, para o próximo ano, O BC está planejando implementar atualizações no Pix Cobrança e lançar o débito automático no Pix. O Pix Cobrança já tem implementação definida, com vencimentos para pagamento em data futura, podendo incluir juros, multas, acréscimos, descontos e outros abatimentos. Quanto ao Pix débito automático, o Banco Central declarou em nota, que irá implementar a função “para facilitar pagamentos recorrentes”.

Outras novas funcionalidades também podem estar a caminho. Utilizar o Pix sem internet deve ser a próxima funcionalidade anunciada pelo Banco Central. Segundo a entidade, já existem estudos avançados e discussões com a indústria sobre uma forma de iniciação por QR Code gerado pelo pagador em modo offline, o que viabilizará o pagamento quando o usuário não estiver com conectividade, embora o BC reconheça que para o produto ser lançado “é necessário que o uso dos QR Codes seja melhor assimilado pela população”.

Além do Pix sem internet, outras futuras novidades podem ser o pagamento parcelado com o Pix, na qual o BC ressalta que esta modalidade ainda está em estudo interno e também não possui data de lançamento, e que também estuda a possibilidade de implementar o Pix por aproximação, embora não tenha data definida para a disponibilização dos serviços, tampouco detalhes sobre a tecnologia.

Por fim, o Banco Central também confirmou que estuda a possibilidade de realizar transações internacionais por meio do Pix, algo que deve levar mais tempo, já que envolve diferentes sistemas de diferentes países e ainda não há cronograma definido para isso. “[O BC] vem acompanhando proximamente experiências de interligação em desenvolvimento em outras jurisdições”, confirmou o banco em entrevista à CNN Brasil.

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