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BC pede ao governo reajuste de 22% para servidores, mas retira proposta

***ARQUIVO*** Brasília, DF - 11/01/2022 -  Foto fachada do prédio do Banco Central em Brasília. (FOTO: Antonio Molina/Folhapress)
***ARQUIVO*** Brasília, DF - 11/01/2022 - Foto fachada do prédio do Banco Central em Brasília. (FOTO: Antonio Molina/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após encaminhar nesta quinta-feira (12) uma proposta de MP (medida provisória) ao Ministério da Economia por reajuste salarial de 22% aos servidores a partir de junho e demandas de reestruturação de carreira, o Banco Central retirou a minuta do sistema alegando ter detectado "inconsistências".

"O Banco Central detectou inconsistências no texto de minuta de medida provisória para a reestruturação das carreiras e a modernização da gestão de pessoas nesta autarquia. Por isso, fez sua retirada do Sistema de Geração e Tramitação de Documentos Oficiais do Governo Federal (Sidof)", comunicou.

A pauta salarial é a principal reivindicação da categoria, que pede recomposição de 27%. No BC, analistas recebem um salário bruto mensal aproximado de R$ 19 mil a R$ 27 mil, enquanto a remuneração de técnicos varia em torno de R$ 7.500 a R$ 12,5 mil.

O governo discute um reajuste linear de 5% para todo o funcionalismo público. Como antecipou o jornal Folha de S.Paulo em 13 de abril, Bolsonaro decidiu conceder o aumento para todas as carreiras --inclusive militares das Forças Armadas, além de integrantes do Judiciário e do Legislativo-- a partir de 1º de julho. A medida ainda não foi oficializada.

Insatisfeitos com o andamento das negociações, os servidores do BC retomaram a greve por tempo indeterminado no último dia 3 de maio, após duas semanas de trégua.

Em nota, o Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central) comunicou que a paralisação dos funcionários da autoridade monetária continuará até a publicação oficial da MP confirmando a recomposição salarial.

Entre as pautas de reestruturação de carreira do BC, o documento que chegou a ser enviado à Economia trata da exigência de nível superior para o ingresso no cargo de técnico e a alteração do nome do cargo de analista para auditor.

Prevê também a criação de uma retribuição por produtividade institucional, cuja regulamentação depende da diretoria do BC, o estabelecimento de uma taxa de supervisão, além de uma nova tabela salarial para funcionários celetistas reintegrados.

O atual movimento grevista segue as mesmas características da paralisação que durou de 1º a 19 de abril, com interrupção na divulgação de relatórios e indicadores. Na última segunda-feira (9), o boletim Focus não foi publicado. O sindicato reforçou, contudo, que o Pix não será interrompido em virtude da mobilização dos servidores.

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