BC do México quer inflação menor para cortar juros

Manuel Sanchez, vice-presidente do banco central do México, disse ontem que dados mais benignos sobre a inflação são necessários para decidir sobre um possível corte na taxa de juros, que está estável em 4,5% ao ano desde julho de 2009.

O banco central da segunda maior economia da América Latina abriu espaço para um corte dos juros em sua última reunião política do conselho monetário, em janeiro, ao dizer que a redução da taxa poderia ser "aconselhável", caso os preços continuassem a cair e as perspectivas econômicas ficassem mais complicadas.

A inflação anual desacelerou para 3,25% no final de janeiro, o menor nível em mais de um ano. Sanchez, contudo, afirmou que os preços ainda precisam se ancorar em torno da meta de 3% do banco central por um período mais longo. "A inflação nunca tocou 3%", disse.

A próxima reunião do banco central do México será em 8 de março. As informações são da Dow Jones.

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