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BC do Japão debate mensagem sobre eventual alta de juro com aumento da inflação

·2 min de leitura
Presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda

Por Leika Kihara

TÓQUIO (Reuters) - As autoridades do banco central do Japão estão debatendo em quanto tempo podem começar a telegrafar um eventual aumento nos juros, que pode ocorrer antes mesmo que a inflação atinja a meta de 2% do banco, disseram fontes, encorajadas pela ampliação da alta nos preços e um Federal Reserve mais "hawkish" (duro com a inflação).

Embora um aumento real de juros dificilmente seja iminente e o BC esteja a caminho de manter uma política ultraflexível por pelo menos o resto deste ano, os mercados financeiros podem estar subestimando sua prontidão para eliminar gradualmente seu programa de estímulo.

Notadamente, as promessas cuidadosamente redigidas do banco central japonês de manter a política monetária expansionista aplicam-se apenas a injetar dinheiro nos mercados de forma constante – não a manter os juros nos níveis baixos atuais.

"O Banco do Japão nunca se comprometeu a manter os juros até que a inflação ultrapassasse 2%", disse uma fonte familiarizada com o pensamento do banco, visão compartilhada por mais duas fontes.

"Isso significa que, teoricamente, o banco pode aumentar os juros antes que a inflação esteja sustentavelmente acima da meta."

Após nove anos de flexibilização monetária agressiva, o Banco do Japão parece estar finalmente conseguindo o que queria. A inflação está se aproximando de sua meta elusiva e já está mudando a percepção pública de que a deflação persistirá.

O banco central está começando a deixar pistas de que os dias de juros zero podem estar contados, sinalizando perspectivas crescentes de inflação em ritmo de alta.

O próximo passo pode ser ajustar sua orientação sobre o caminho futuro dos juros, a partir da promessa atual de mantê-los em "níveis atuais ou mesmo baixos", disseram as fontes.

Isso pode acontecer antes mesmo que a inflação atinja 2% de forma sustentada.

"É claramente intencional", disse uma quarta fonte sobre a linguagem de orientação de juros. "Os bancos centrais precisam se permitir alguma flexibilidade no ajuste dos juros."

(Por Leika Kihara)

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