Mercado fechará em 4 h 4 min
  • BOVESPA

    109.078,52
    -1.707,91 (-1,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.791,09
    -507,11 (-0,97%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,14
    -1,28 (-1,53%)
     
  • OURO

    1.781,70
    -3,20 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    63.928,56
    -2.761,16 (-4,14%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.510,17
    -24,48 (-1,60%)
     
  • S&P500

    4.539,30
    +3,11 (+0,07%)
     
  • DOW JONES

    35.541,89
    -67,45 (-0,19%)
     
  • FTSE

    7.203,64
    -19,46 (-0,27%)
     
  • HANG SENG

    26.017,53
    -118,49 (-0,45%)
     
  • NIKKEI

    28.708,58
    -546,97 (-1,87%)
     
  • NASDAQ

    15.434,50
    +57,00 (+0,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5752
    +0,0556 (+0,85%)
     

BC fará 'o que puder' para garantir inflação na meta em 2022, diz diretora

·2 minuto de leitura

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A diretora de Assuntos Internacionais e Gestão de Riscos Corporativos do BC (Banco Central), Fernanda Guardado, afirmou nesta segunda-feira (11) que a autoridade monetária fará "o que puder" para levar a inflação para a meta em 2022. A declaração ocorreu durante evento virtual realizado pelo IIF (Instituto de Finanças Internacionais).

"Faremos o que pudermos para trazer a inflação para a meta", disse.

Fernanda avaliou que a pressão inflacionária do Brasil está mais concentrada em itens como alimentos e energia elétrica.

Segundo ela, o aumento desses preços costuma ter caráter mais temporário, embora o atual choque esteja levando mais tempo do que o esperado inicialmente.

O mercado financeiro subiu, pela 12ª semana consecutiva, a estimativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2022, aponta a edição mais recente do boletim Focus, divulgada nesta segunda-feira pelo BC. A alta prevista passou de 4,14% para 4,17%.

A projeção está acima do centro da meta de inflação para o próximo ano, mas ainda dentro do intervalo de tolerância. Em 2022, o centro da meta é de 3,5%. O intervalo de tolerância fica entre 2% e 5%.

A pressão inflacionária ganhou força ao longo da pandemia. Em setembro, o IPCA quebrou a barreira simbólica dos dois dígitos no acumulado de 12 meses. O indicador chegou a 10,25%, maior variação desde fevereiro de 2016 (10,36%), conforme dados divulgados na sexta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O IPCA acumulado até setembro é quase o dobro do teto da meta de inflação perseguida pelo BC em 2021. O teto é de 5,25% neste ano. O centro é de 3,75%.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, projetou no último dia 4 que a inflação atingiria seu pico em setembro pelo IPCA. "Setembro deve ser o pico da inflação em 12 meses. A gente entende que existe um elemento de persistência maior e, por isso, estamos sendo mais incisivos nos juros", disse na ocasião.

Campos Neto voltou a falar sobre o tema na sexta-feira (8), quando a Petrobras anunciou reajuste de 7,2% nos preços da gasolina e do gás de cozinha nas refinarias. Na visão do presidente do BC, a alta no preço do gás deve se refletir em deteriorações adicionais nas expectativas de inflação do mercado.

"O Brasil teve um grande salto [nas expectativas de inflação] quando olhamos para 2021, e isso provavelmente ficará pior com o anúncio de aumento no gás hoje [sexta-feira]", observou Campos Neto, durante evento online promovido pelo Itaú BBA.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos