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BC da Turquia deve interromper afrouxamento monetário após provocar crise

·1 min de leitura
Logo do banco central da Turquia em sua sede, em Ancara

Por Ali Kucukgocmen

ISTAMBUL (Reuters) - O banco central da Turquia deve manter sua taxa de juros em 14% na próxima semana, mostrou pesquisa da Reuters nesta quinta-feira, interrompendo o ciclo de afrouxamento que provocou uma crise cambial no final do ano passado e levou a inflação à máxima em 19 anos de 36%.

Sob pressão do presidente do país, Tayyip Erdogan, que busca maior crescimento econômico pela expansão da produção, das exportações e do crédito, o banco central cortou os juros em 500 pontos básicos desde setembro, a 14%.

Quinze dos 16 economistas consultados na pesquisa da Reuters projetaram que o banco vai interromper o afrouxamento na quinta-feira da próxima semana, mantendo a taxa de recompra de uma semana inalterada. Um economista vê corte de 50 pontos, a 13,5%.

Vários participantes regulares da pesquisa recusaram-se a fazer projeções, citando a imprevisibilidade das decisões de política monetária.

Com base em oito estimativas, a mediana da pesquisa mostra os juros a 14,0% no fim do ano, com as projeções variando entre 9,0% e 14,75%.

Com os rendimentos reais em território negativo, os cortes não ortodoxos de juros provocaram o tombo da lira, que perdeu 44% de seu valor contra o dólar no ano passado, pior desempenho nos 19 anos de Erdogan no poder.

O banco central disse no mês passado que vai monitorar o impacto do recente afrouxamento no primeiro trimestre de 2022, com economistas vendo isso como um sinal de manutenção em janeiro.

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