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China libera US$188 bi para bancos em 2º corte de compulsório neste ano

·2 min de leitura

PEQUIM (Reuters) - O banco central da China disse nesta segunda-feira que cortará a quantidade de dinheiro que os bancos devem manter como reserva, em sua segunda medida do tipo neste ano, liberando 1,2 trilhão de iuanes (188 bilhões de dólares) em liquidez de longo prazo para impulsionar uma economia em desaceleração.

O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) disse em seu site que cortará a taxa de depósito compulsório para os bancos em 50 pontos-base. A medida valerá a partir de 15 de dezembro.

Alguns analistas acreditam que o crescimento pode desacelerar ainda mais no quarto trimestre em relação à taxa de 4,9% do terceiro trimestre, embora a expansão no ano cheio ainda possa ficar em torno de 8%.

"A redução da taxa de compulsório ajudará a aliviar a pressão negativa sobre a economia e a suavizar a curva de crescimento econômico", disse Wen Bin, economista sênior do Minsheng Bank.

"Embora haja pouca pressão para atingir a meta de crescimento econômico deste ano, o trabalho econômico enfrentará grandes pressões e desafios no próximo ano."

O corte, o segundo neste ano após uma ampla diminuição em julho, foi sinalizado pelo premiê Li Keqiang na sexta-feira como uma forma de aumentar o apoio à economia, especialmente às pequenas empresas.

A redução não se aplicará a instituições financeiras cuja alíquota atual de compulsório está em 5%, disse, acrescentando que a média ponderada da taxa de compulsório para instituições financeiras será de 8,4% após o novo corte.

Pesquisa da Reuters em outubro mostrou que economistas esperavam que o crescimento da China arrefecesse para 5,5% em 2022, mas alguns analistas reduziram previsões diante de novos riscos, como a deterioração do setor imobiliário. A nova variante do coronavírus (Ômicron) também é vista como fator adicional de risco.

(Redação Pequim)

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