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BC britânico desafia mercados e mantém taxa de juros

·2 min de leitura
Vista do Banco da Inglaterra, no distrito financeiro de Londres

LONDRES (Reuters) - O banco central britânico deixou a taxa de juros inalterada nesta quinta-feira, indo contra as expectativas dos investidores de um aumento que o tornaria o primeiro dos grandes bancos centrais do mundo a elevar os juros após a pandemia de Covid-19.

O Banco da Inglaterra manteve viva a perspectiva de uma política monetária mais dura em breve, dizendo que provavelmente terá que elevar a taxa básica de sua mínima histórica de 0,1% "nos próximos meses" caso a economia tenha um desempenho conforme o esperado.

Mas sete de seus nove membros votaram para evitar um aumento do juros por enquanto, para que desta forma pudessem ver quantas pessoas ficaram desempregadas após o fim recente do programa de manutenção do emprego do governo britânico.

Apenas dois membros do Comitê de Política Monetária - o vice-presidente Dave Ramsden e Michael Saunders - votaram por um aumento imediato de 15 pontos-base na taxa de juros.

A abordagem cautelosa do banco central da Inglaterra vem um dia após o Federal Reserve dos Estados Unidos anunciar na quarta-feira que começará a reduzir seu programa de compra de títulos neste mês, um precursor de seu primeiro aumento de juros que os investidores esperam em meados de 2022.

O Banco Central Europeu (BCE) tem sido mais explícito sobre sua determinação em manter o fluxo de estímulos à economia da zona do euro. A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse na quarta-feira que o banco dificilmente aumentará os juros no próximo ano.

Em seu anúncio desta quinta-feira, o Banco da Inglaterra disse que o Comitê votou a favor, por 6 a 3, de permitir que seu programa de compra de títulos do governo atingisse seu tamanho total de 875 bilhões de libras.

Incluindo seus 20 bilhões de libras em títulos corporativos -- que neste mês começarão a ser reinvestidos em dívidas mais verdes -- a meta total de compra de ativos permaneceu em 895 bilhões de libras.

(Por William Schomberg e David Milliken)

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