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Bayer lança meta de ter 50% de mulheres em cargo de chefia até 2030

JOANA CUNHA
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The logo of Bayer AG is pictured at the facade of the historic headquarters of the German pharmaceutical and chemical maker in Leverkusen, Germany, April 27, 2020. REUTERS/Wolfgang Rattay
The logo of Bayer AG is pictured at the facade of the historic headquarters of the German pharmaceutical and chemical maker in Leverkusen, Germany, April 27, 2020. REUTERS/Wolfgang Rattay

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nos preparativos para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Bayer lança o compromisso de alcançar a mesma quantidade de mulheres e homens em todos os cargos de chefia da companhia no mundo até 2030. A evolução vai acontecer em etapas. 

A meta é ter, até 2025, o equilíbrio com 50% na baixa e na média liderança, que atualmente tem 40% das vagas ocupadas por elas. No círculo de chefia formado por 540 executivos, a presença feminina, atualmente em apenas 23%, deve chegar a pelo menos 33% em 2025. No Brasil, a companhia diz que já alcançou os 50% de mulheres na alta liderança em 2020, saindo de um índice de apenas 7% em 2017. 

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Nas posições de liderança como um todo, em outros níveis, a participação das mulheres está em 37% na operação brasileira da multinacional. A empresa relaciona o avanço do resultado a novas práticas como a redução do índice de rotatividade das funcionárias depois da volta da licença maternidade, que era de 33% em 2016 para 11% hoje. A companhia diz que também quer fortalecer a diversidade em todas as gerações da equipe, atraindo maior representação entre profissionais gays, negros e pessoas com deficiência. 

Na Alemanha, a participação dos funcionários com algum tipo de deficiência está em 4,5% hoje e deve superar 5% em 2030. No ano passado, a Bayer lançou um programa de trainees voltado exclusivamente para jovens negros no Brasil, entre outras iniciativas.