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Bastidores da demissão de Luxemburgo no Palmeiras

Jorge Nicola
Luxemburgo foi dispensado depois da terceira derrota seguida (Marcello Zambrana/Agif)
Luxemburgo foi dispensado depois da terceira derrota seguida (Marcello Zambrana/Agif)

Foram mais de três horas e meia entre o apito final da derrota para o Coritiba, em casa, e o anúncio oficial da demissão de Vanderlei Luxemburgo do Palmeiras. Mistério, informações desencontradas e suspense. Durante esse intervalo de tempo, o presidente Maurício Galiotte reuniu os diretores ligados ao futebol no CT alviverde para debater sobre a saída do técnico.

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Desde a derrota para o São Paulo, no último sábado, Galiotte era praticamente o único que ainda bancava o treinador. E ele acabou convencido de que o melhor caminho era dispensar Luxemburgo - o anúncio ocorreu às 23h35.

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Houve quem especulasse que Luxa pediu demissão nos vestiários do Allianz, após o tropeço por 3 a 1 para o Coxa. O treinador assegura que não. De qualquer maneira, muitas coisas estranhas aconteceram. Não houve entrevista coletiva ao vivo, e sim gravada. E ela demorou mais de duas horas para ser divulgada.

A partir de agora, nove pontos atrás dos líderes Atlético-MG e Inter, o Palmeiras partirá em busca de um novo comandante e os preferidos da torcida são estrangeiros: Heinze, Miguel Angel Ramirez e Arce. Somente o primeiro está desempregado, depois de deixar o Velez Sarsfield.

Ramirez comanda e bem o Independiente del Valle, com chances de título na Libertadores, enquanto Arce acaba de ser campeão paraguaio pelo Cerro Porteño.

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