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Barroso afirma que testes nas urnas confirmaram que não há riscos para as eleições

·2 min de leitura

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou nesta segunda-feira que os testes de segurança nas urnas eletrônicas não apresentaram riscos. Segundo Barroso, dos 29 planos de ataques ao sistema, 24 não conseguiram obter ''qualquer sucesso".

— Nenhum dos ataques conseguiu ser bem sucedido relativamente ao software da urna [..] Ninguém conseguiu invadir o sistema e oferecer risco para o resultado das eleições —, disse Barroso

O ministro informou ainda que as cinco falhas encontradas vão ser corrigidas até as eleições de 2022 e que elas não apresentam riscos ao pleito do ano que vem. De acordo com Barroso, o ataque mais preocupante foi desenvolvido pela Polícia Federal. Os peritos da PF conseguiram acessar a rede de transmissão do TSE, no entanto, os invasores não entraram no sistema de votação, ou seja, nenhum voto foi alterado.

— Eles conseguiram entrar dentro da rede do TSE, mas não conseguem chegar no sistema de votação. Ou seja, é um ataque importante que temos que encontrar mecanismos de bloquear, mas não é grave porque só consideramos grave o que tem a potencialidade de alterar o voto do eleitor. E nenhum teve essa potencialidade — analisou o ministro.

Durante seis dias, o Tribunal realizou o Teste Público de Segurança (TPS), evento que dá possibilidade de investigadores executarem testes de ataques às urnas eletrônicas. A ideia do TPS é aprimorar as possíveis fragilidades do sistema e equipamentos mediantes à ataques de pessoas físicas, instituições e hackers.

O TSE também abriu inspeção dos códigos-fonte da urna eletrônica, mas apenas um partido político se dispôs a acompanhar a averiguação do programa. Previsto na legislação eleitoral, a abertura do código-fonte faz parte das ações do Tribunal para que haja transparência do sistema eletrônico de votação. De acordo com o TSE, podem fazer a inspeção do programa entidades, como Forças Armadas, Polícia Federal e representantes técnicos de todos os partidos políticos.

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