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Bares e restaurantes tradicionais do Rio amargam crise agravada pela pandemia

Letícia Lopes
·1 minuto de leitura
Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

Foi-se o tempo em que era difícil até lavar o salão, de tanto entra e sai de gente no centenário Café Lamas, no Flamengo: cadeira não parava vazia, e, para limpar o chão do restaurante, era preciso pedir aos fregueses que levantassem as pernas, enquanto a água corria para lá e para cá. Mas o curso do Rio mudou, e a casa tem estado vazia, assim como muitos bares, botequins e restaurantes tradicionais. Com a crise agravada pela pandemia, alguns tiveram até que pedir a saideira.

Além do Lamas, outros 25 bares e restaurantes são preservados pela prefeitura como Patrimônio Cultural Carioca. A lista, instituída em 2011 e 2012, tem casas como o Nova Capela, na Lapa, que correram o risco de fechar, mas sobreviveram, e estabelecimentos, que, mesmo protegidos, sucumbiram. Fecharam as portas quatro deles, como o Restaurante 28, na Gamboa, que deixou de funcionar em 2015, e a Adega Flor de Coimbra.