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Bares e restaurantes são multados e interditados pela prefeitura após decreto mais rígido de funcionamento

Maíra Rubim
·2 minuto de leitura

RIO — Com o novo decreto da prefeitura do Rio como prevenção contra o coronavírus, bares e restaurantes só poderiam funcionar até às 17h e, com a liminar concedida pela justiça, seguiriam até às 20h. Ainda assim, estabelecimentos desrespeitaram as regras e equipes de vigilância fizeram 230 autuações no sábado, dia 6.

— Dentro dessas autuações, em relação a bares e restaurantes, foram 50 multas e 13 interdições. No geral, o saldo é positivo, até o momento. Houve uma obediência ao decreto e objetivo principal era evitar aglomerações. Fica também o agradecimento aos comerciantes, que apesar das dificuldades que esse momento representa, colaboraram com o cumprimento das regras. Ao mesmo tempo, a fiscalização continua e é necessária, porque infelizmente alguns estabelecimentos insistem em descumprir as regras — disse Brenno Carnevale, secretário de ordem pública municipal, em entrevista ao "RJ1".

Em Copacabana, na Zona Sul da cidade, um restaurante chegou a fechar as portas na noite de sexta-feira, dia 5, mas continuou com clientes no interior, como revelou a reportagem da Rede Globo. O local foi interditado e multado.

— Contamos, inclusive, com denúncias da população, combinadas com informações de inteligência. Esse exemplo (em Copacabana) representou isso. Flagramos estabelecimentos com portas fechadas, mas pessoas atendidas presencialmente. Reforçamos que a cidade não está parada. É permitida a entrega de comida, por exemplo — explicou o secretário.

Manhã mais tranquila

Com o dia amanhecendo nublado, com direito a um leve chuvisco o movimento nas orlas do Leblon, Ipanema e Copacabana ainda era tímido até mesmo entre os pedestres e banhistas, por volta das 8h. Os quiosques estavam fechados e os ambulantes ainda não tinha aparecido.

— Acho injusto os barraqueiros e ambulantes serem impedidos de trabalhar se os bares e restaurantes podem funcionar. Acredito que o contágio seja muito mais difícil em um ambiente aberto do que em um interno. Muitas famílias dependem desse sustento — diz Luiz Morgado, de 22 anos, estudante de economia.

Em Ipanema, próximo ao Posto 8 e o Arpoador, aonde acostumavam acontecer festas durante a madrugada e aglomeração de pessoas para ver o sol nascer, estava deserto.

— Aglomeração é aglomeração em qualquer lugar, não importa se é na praia, na rua ou no bar. Acho que sem as atividades comerciais, muitas pessoas vão deixar de frequentar a praia e por mais que seja um espaço aberto, as pessoas estavam aglomerando. Nos dias de sol a areia estava ficando lotada de banhistas, nem parecia que estávamos vivendo uma pandemia — diz o aposentado Ângelo Gomes.