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Banqueiros do Goldman lideram retorno irregular à City of London

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Depois de mais de um ano de arranha-céus quase vazios e conferências virtuais, a City of London espera que a diretriz da pandemia a ser anunciada pelo governo do Reino Unido na próxima semana ajude a estimular um retorno mais amplo aos escritórios.

Bancos como Goldman Sachs e JPMorgan Chase disseram às equipes no Reino Unido que os funcionários devem se preparar para um retorno gradual aos escritórios a partir do final deste mês. Esses planos podem mudar se o primeiro-ministro Boris Johnson anunciar uma extensão das restrições na Inglaterra na segunda-feira.

Mesmo se Johnson autorizar a reabertura, os que esperam um rápido retorno às normas pré-pandemia podem ficar desapontados. É improvável que a escala de qualquer retorno seja consistente dentro da mesma empresa, muito menos no setor como um todo, segundo estimativas dos níveis de tráfego de pedestres desde o início da pandemia da plataforma de dados Orbital Insight.

Se o funcionário for um operador ou banqueiro de investimento, é mais provável que tenha que retornar, caso ainda não tenha retornado. Mas outras áreas do setor de finanças podem demorar mais.

Níveis de tráfego de pedestres nos principais escritórios de Londres do Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Morgan Stanley, que têm uma proporção significativa de operadores e banqueiros de investimento entre os funcionários, foram estimados em cerca de 20% do padrão pré-pandemia em 24 de maio, de acordo com análise da Orbital, que monitora os níveis de atividade por meio de satélites e dados de telefones celulares.

O tráfego em bancos britânicos como HSBC e Standard Chartered, cujos prédios têm mais funcionários em operações de varejo e atividades da sede, correspondia a menos da metade desse nível, de acordo com a Orbital.

Porta-vozes dos bancos não quiseram comentar os cálculos.

Outro exemplo são os dois edifícios do Barclays no distrito de Canary Wharf, em Londres. Na sede do banco britânico em Churchill Place, o tráfego correspondia a cerca de um décimo do nível pré-pandemia no final de maio, de acordo com a Orbital. No outro prédio que abriga o banco de investimento do Barclays, cerca de 20% dos funcionários estavam presentes.

Um porta-voz do Barclays disse que os dados de maio não refletiam o nível de ocupação atual em Londres, uma vez que o retorno gradual do banco aos escritórios, especialmente nas unidades corporativa e de investimento, começou em junho. O banco também tem usado instalações alternativas, de modo que alguns funcionários que geralmente trabalham nos escritórios de Londres estão atualmente em outras unidades.

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©2021 Bloomberg L.P.