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Bancos miram clientes que ficaram ainda mais ricos na pandemia

Lananh Nguyen e Jenny Surane
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Enquanto gigantes do setor bancário tentam escapar dos efeitos da pandemia, eles se concentram em uma categoria-chave de clientes: pessoas ricas.

O Citigroup planeja concentrar seus esforços em centros internacionais populares entre os que ganham mais: Singapura, Hong Kong, Emirados Árabes Unidos e Londres, disse a empresa ao anunciar resultados na semana passada. No Bank of America, os saldos das contas de clientes abastados aumentaram 31%, para um recorde de US$ 3,5 trilhões. Novos ativos no Morgan Stanley tiveram um salto.

“Eu poderia falar por horas sobre isso - acho que estamos incrivelmente bem posicionados em termos de gestão de fortunas”, disse Jane Fraser, nova CEO do Citigroup a analistas na semana passada.

As 500 pessoas mais ricas do mundo adicionaram US$ 1,8 trilhão ao seu patrimônio líquido no ano passado, elevando o total para US$ 7,6 trilhões, de acordo com o índice Bloomberg Billionaires. Nos Estados Unidos, a recuperação econômica afetou as pessoas de maneiras extremamente desiguais, com muitos americanos ficando mais ricos em meio a alta das ações e preços de residências, mesmo com quase 10 milhões de pessoas desempregadas. Alguns estão chamando o cenário de “recuperação em forma de K“.

“A demanda por orientações de gestão está aumentando”, disse Andy Sieg, presidente do Merrill Lynch Wealth Management do Bank of America. “Nos próximos 10 ou 20 anos, veremos um aumento no mercado de gestão de fortunas impulsionado pela complexidade das questões ao redor do mundo e seu impacto sobre como as pessoas pensam e gerenciam suas vidas financeiras.”

O negócio de atender os ultra-ricos nem sempre é uma aposta segura: O Morgan Stanley surpreendeu os investidores na sexta-feira ao anunciar um impacto de US$ 911 milhões com o colapso da Archegos Capital Management, um family office que implodiu no mês passado depois de fazer uma série de enormes negociações alavancadas. Essa perda ofuscou o forte desempenho em outros setores, como a divisão de gestão de fortunas do banco trazendo recorde de US$ 105 bilhões em novos ativos no primeiro trimestre, ajudada pela aquisição da E*Trade.

“Este trimestre reflete uma visão muito diferente desse negócio de gestão de fortunas”, disse o CEO do Morgan Stanley James Gorman a analistas em teleconferência na sexta-feira. “O E*Trade é claramente um fator, mas não é o único fator. Se você tirar o E*Trade, o crescimento orgânico foi tremendo no negócio principal.”

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