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Bancos dos EUA buscam encerrar processos de exclusão financeira

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Um grupo de banqueiros veteranos e investidores de private equity no Texas identificou uma oportunidade enquanto a economia cambaleava há uma década. Captaram US$ 1 bilhão, compraram instituições falidas e batizaram seu novo banco de Cadence.

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Mas, em 2017, suas 13 agências em Houston estavam localizadas apenas em bairros majoritariamente brancos, de acordo com um processo do Departamento de Justiça dos EUA, que acusou o banco em agosto do chamado “redlining”, um tipo de mapeamento de áreas supostamente arriscadas para hipotecas. O banco rapidamente fechou um acordo de US$ 8,5 milhões para arquivar o processo enquanto executivos davam os últimos retoques em seu próximo negócio: uma venda de US$ 2,8 bilhões para o BancorpSouth.

O maior controle do governo dos EUA contra essa prática chega em um momento particularmente complicado para o setor financeiro. Não apenas a consciência da sociedade sobre a desigualdade racial aumentou, mas banqueiros também têm pressionado autoridades governamentais a aprovarem fusões e aquisições em um dos ritmos mais rápidos desde a crise financeira de 2008. Para ter suas remunerações vinculadas a esses acordos, mais executivos podem se sentir pressionados a resolver queixas do governo.

“Os bancos tendem a arquivar processos para abrir caminho”, disse Richard Horn, ex-advogado sênior do Consumer Financial Protection Bureau. “Se estão buscando obter aprovação do regulador bancário para uma atividade específica - uma fusão ou outra coisa - não é bom ter queixas pendentes sobre empréstimos justos.”

Ao contrário de um século atrás, o redlining não é mais a história de mapas racistas desenhados por autoridades federais que impediam minorias de conseguir hipotecas. Tem a ver com executivos do setor financeiro em busca de empresas de hipotecas em comunidades brancas enquanto negligenciam negros e hispânicos nos arredores.

No ano passado, a agência abriu uma ação judicial contra um dos clientes de Horn, a Townstone Financial, que agora é contestada pela corretora de hipotecas.

Mas os líderes da Cadence chegaram a uma decisão diferente. O acordo fechado faz parte de um padrão nos últimos anos de bancos que arquivam investigações à medida que fecham negócios.

“Após a aquisição de um banco com sede em Houston em meados de 2012, reconhecemos que o programa de empréstimos hipotecários não estava onde queríamos”, disse Paul B. Murphy, Jr., que comanda o Cadence Bancorp. Depois de fazer melhorias, “a porcentagem de nossas hipotecas residenciais em Houston em bairros de minorias atingiu 50% ou mais, ultrapassando nossos pares. Estamos satisfeitos com nossos resultados hoje.”

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