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Bancos centrais da Ásia têm poucas opções para apoiar economia

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O aumento dos casos de Covid-19 na Ásia e o ritmo lento de vacinação testam os limites do que bancos centrais podem fazer para apoiar ainda mais a recuperação econômica da região que, até recentemente, se destacava do resto do mundo.

Com taxas de juros já baixas, a provável resposta se concentrará em mais financiamento dos governos, relegando os bancos centrais a um papel de apoio. Esse pano de fundo deve pesar sobre as decisões de política monetária nesta semana, nas quais se espera manutenção das taxas de juros, como no caso da Indonésia, Coreia do Sul e Nova Zelândia.

“Na minha opinião, há pouco espaço para mais estímulos de política monetária, pelo menos em termos de alavancas de política tradicionais, como cortes das taxas de juros”, disse Tuuli McCully, chefe de economia para Ásia-Pacífico no Scotiabank. “Espero que o estímulo fiscal adicional desempenhe um papel fundamental na ajuda às economias.”

Em Jacarta, o Ministério das Finanças ofereceu mais cortes de impostos para estimular a atividade econômica e planeja cumprir a meta de emissão de títulos de US$ 84 bilhões neste ano, mesmo com a alta dos custos de financiamento. O banco central da Indonésia manteve os juros inalterados nesta terça-feira.

A economia da Coreia do Sul tem sido beneficiada pelo aumento das exportações, mesmo com o impacto das restrições de distanciamento social sobre as compras dos consumidores, o que levou o governo a prometer mais gastos fiscais para criar empregos. O Banco da Coreia deve manter os juros na reunião de quinta-feira.

A economia da Nova Zelândia continua em recuperação e se apoia no baixo número de casos de Covid-19, depois de encolher no ano passado. A expectativa é de que o banco central da Nova Zelândia deixe a taxa de juros estável na quarta-feira. Na semana passada, o orçamento anual do país incluiu o maior aumento de benefícios de bem-estar em mais de uma geração como parte das medidas de apoio ao crescimento.

A Índia agora é o epicentro global da nova onda de Covid-19, e até mesmo economias que conseguiram manter os casos sob controle - como Singapura e Taiwan - também enfrentam surtos. O Japão é outro país que tenta controlar o aumento das infecções, o que também ocorre na China.

A campanha de vacinação na região está atrasada. Singapura imunizou cerca de 30% da população, seguida pela China, com cerca de 15%, e outros países bem atrás.

“A vacinação relativamente lenta na região cada vez mais se revela um obstáculo, até para economias mais desenvolvidas, cuja estratégia até agora bem-sucedida de enfatizar mais o rastreamento de contatos, testes rápidos e distanciamento social é desafiada pelo recente aumento de casos”, disse Sameer Goel, chefe de pesquisa de mercados emergentes do Deutsche Bank.

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©2021 Bloomberg L.P.