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Bancos argentinos pedem alívio após pior ano desde 2007

Ignacio Olivera Doll e Jorgelina do Rosario
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Depois dos piores retornos em 13 anos, instituições financeiras argentinas culpam as medidas do governo na pandemia por parte das perdas e pedem ao banco central que alivie o aperto.

Representantes das quatro maiores associações do setor bancário da Argentina, que incluem instituições estrangeiras e locais, realizaram várias reuniões, ligações e trocas de mensagens nas últimas semanas com o presidente do banco central, Miguel Pesce, e com o ministro da Produção, Matias Kulfas, pedindo que eliminem ou modifiquem alguns dos regulamentos, segundo pessoas com conhecimento direto do assunto.

Os bancos reclamam das medidas tomadas em 2020 para apoiar a economia em meio à pandemia, como obrigar instituições financeiras a concederem empréstimos com juros inferiores à inflação, eliminar comissões para determinados serviços e adiar o pagamento de empréstimos. O governo reluta em eliminar essas medidas, já que busca reativar a atividade econômica antes das eleições legislativas, disseram as pessoas.

Um porta-voz do banco central não confirmou as reuniões, mas disse que, embora os bancos devam ser rentáveis, não poderão cobrar taxas de juros exorbitantes. As associações do setor bancário ABA, ABE, Adeba e Abappra não quiseram comentar. Um porta-voz do Ministério da Produção disse que as negociações estão em andamento.

O setor bancário argentino fechou 2020 com o menor retorno sobre o patrimônio desde 2007, segundo dados do banco central. Coletivamente, os bancos perderam mais de 50 bilhões de pesos (US$ 546 milhões).

Pedidos dos banqueiros

Nas reuniões com os reguladores, os principais banqueiros do país exigiram que Pesce elimine ou reduza a taxa mínima para depósitos a prazo fixo.

Os banqueiros também querem que as autoridades controlem o programa “Ahora 12”, que obriga bancos a permitirem que os clientes façam pagamentos em três, seis, 12 ou 18 prestações mensais a juros inferiores à inflação estimada. Os planos com 12 ou mais parcelas também têm carência de três meses. Seis em cada dez compras parceladas com cartão de crédito usaram o plano em 2020, segundo dados da empresa de processamento de pagamentos Prisma Medios de Pago.

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©2021 Bloomberg L.P.