Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,33 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,48 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,34
    -0,26 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -14,10 (-0,80%)
     
  • BTC-USD

    59.627,72
    +1.064,93 (+1,82%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,89
    +8,34 (+0,68%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,03 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,27 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.768,06
    +59,08 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    13.811,00
    +63,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7625
    +0,1276 (+1,92%)
     

Banco Mundial melhora previsão do PIB para América Latina e Caribe

·2 minuto de leitura
Banco Mundial melhora previsão do PIB para América Latina e Caribe

O Banco Mundial (BM) melhorou sua previsão econômica para a América Latina e o Caribe em 2021, com um crescimento projetado de 4,4%, frente aos 4% estimados no fim do ano passado, anunciou nesta segunda-feira (29) a instituição multilateral, pedindo que se aproveite a recuperação para reestruturar "setores-chave".

A pandemia de covid-19 fez encolher o Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina e do Caribe (exceto na Venezuela) 6,7% em 2020, uma diminuição inferior aos 7,9% previstos meses atrás, disse o BM em seu último relatório semestral, no qual destacou a "oportunidade" que esta recuperação oferece para fazer "uma transformação significativa em setores-chave" como o energético.

O relatório Renewing with Growth aponta o grande custo da crise de saúde para a região, a mais atingida no mundo pela pandemia, com aumento da pobreza e da taxa de desemprego, perda de capital humano e superendividamento. Mas o texto assinala que, apesar do impacto a longo prazo para as economias regionais, existem áreas positivas. O comércio internacional de bens se manteve em contraste com a queda pronunciada do intercâmbio de serviços, principalmente o turismo.

A maioria dos preços de matérias-primas está mais alto, situação que o Banco Mundial atribuiu ao crescimento rápido da China. O relatório também destaca o aumento das remessas, muito importantes para a região, e que os mercados de capital permaneceram abertos para a maioria dos países regionais.

Martín Rama, economista-chefe do BM para a América Latina e o Caribe, afirmou em entrevista coletiva que "existem alguns motivos para o otimismo. Há disrupções que nos permitem avançar em áreas onde antes, através de reformas de política econômica, não estávamos avançando muito. E uma área onde há uma transformação muito importante a caminho é a de energia."

O BM indicou que a comoção causada pela pandemia poderia abrir as portas para inovações no setor elétrico, crucial para o desenvolvimento. Segundo Rama, a região deveria ter a energia mais barata do mundo. No entanto, tem a mais cara, devido, principalmente, a "ineficiências" que, segundo o relatório, refletem-se em "apagões frequentes, empresas públicas com excesso de funcionários e abuso do poder de mercado por parte de geradoras privadas".

A geração de energia por particulares, por meio de painéis solares, por exemplo, e o comércio de energia entre países são duas opções com grande potencial, apontou Rama. "A integração elétrica na América Latina é um caminho a percorrer."

ad/mr/mvv/lb