Mercado fechará em 5 h 58 min
  • BOVESPA

    129.558,16
    +44,54 (+0,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.481,21
    -77,11 (-0,15%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,68
    +0,38 (+0,52%)
     
  • OURO

    1.787,60
    +10,90 (+0,61%)
     
  • BTC-USD

    33.053,85
    -1.054,56 (-3,09%)
     
  • CMC Crypto 200

    792,69
    -49,95 (-5,93%)
     
  • S&P500

    4.273,00
    +6,51 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.377,09
    +180,27 (+0,53%)
     
  • FTSE

    7.131,99
    +22,02 (+0,31%)
     
  • HANG SENG

    29.288,22
    +405,76 (+1,40%)
     
  • NIKKEI

    29.066,18
    +190,95 (+0,66%)
     
  • NASDAQ

    14.356,00
    +1,75 (+0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,8697
    +0,0074 (+0,13%)
     

Banco Mundial eleva previsões de crescimento após EUA e vacinas melhorarem demanda

·3 minuto de leitura

Por David Lawder

WASHINGTON (Reuters) – O Banco Mundial elevou nesta terça-feira sua previsão de crescimento mundial para 5,6% em 2021, marcando a recuperação mais forte de uma recessão em 80 anos devido aos estímulos dos Estados Unidos e crescimento mais rápido na China, mas contido pelo acesso “altamente desigual” às vacinas contra a Covid-19.

O relatório Perspectivas Econômicas Globais mais recente mostrou um aumento de 1,5 ponto percentual em relação às previsões feitas em janeiro, antes que o governo Biden assumisse e promulgasse um pacote de estímulo de 1,9 trilhão de dólares na pandemia.

Desde então, as vacinas se tornaram bem mais distribuídas de forma ampla nos Estados Unidos e em alguns outros países ricos, aumentando sua produção, enquanto as previsões para os mercados emergentes e em países de baixa renda ficam para trás.

“Essa recuperação é desigual e reflete em grande parte as fortes recuperações em algumas das principais economias – principalmente nos Estados Unidos, devido ao substancial apoio fiscal – em meio a um acesso altamente desigual às vacinas”, disse o Banco Mundial no relatório.

Muitos mercados emergentes e economias em desenvolvimento estão observando um número elevado de casos de Covid-19, obstáculos na vacinação e retirada do apoio, complementou o banco.

Em 2022, isso deixará a produção global cerca de 2% abaixo das projeções pré-pandemia, e aproximadamente dois terços das economias dos mercado emergentes ainda não terão recuperado as perdas de renda per capita do ano passado.

Se a distribuição de vacinas para os países em desenvolvimento puder ser acelerada, Ayhan Kose, economista do Banco Mundial, disse que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2022, atualmente previsto em 4,3%, pode aumentar substancialmente para cerca de 5%.

A previsão de crescimento do Banco Mundial para os EUA em 2021 aumentou em 3,3 pontos percentuais, para 6,8% no relatório mais recente, ritmo mais rápido desde 1984, devido ao apoio econômico que o banco descreveu como “sem precedentes em tempos de paz”.

A previsão para a zona do euro foi elevada em 0,6 ponto percentual, para 4,2%, enquanto a da China melhorou em 0,6 ponto percentual, para 8,5%.

Mercados emergentes excluindo a China devem crescer 4,4% em 2021, projeção que subiu um ponto percentual ante a de janeiro.

O presidente do Banco Mundial, David Malpass, tem pedido aos países ricos, incluindo os Estados Unidos, que liberem as doses excedentes de vacinas contra a Covid-19 para países em desenvolvimento o mais rápido possível.

O relatório do Banco Mundial também observou riscos associados ao aumento das pressões inflacionárias que acrescentarão cerca de um ponto percentual à inflação global em 2021. O banco disse que a queda da inflação no ano passado foi “a mais fraca e de vida mais curta de qualquer uma das cinco recessões globais nos últimos 50 anos”.

E o aumento da inflação desde maio de 2020 tem sido mais rápido do que em recuperações anteriores, mas o banco afirma que as expectativas de inflação devem permanecer bem ancoradas, apontando para uma inflação baixa e estável no longo prazo.

O relatório também acrescentou que as preocupações do mercado com a inflação podem aumentar os custos dos empréstimos em mercados emergentes e países de baixa renda, que também são os mais desafiados pela inflação de curto prazo devido ao aumento dos custos dos alimentos.

(Reportagem de David Lawder)

This article was originally posted on FX Empire

More From FXEMPIRE:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos