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Banco Mundial aponta "lacunas enormes" em sistemas para rastrear dívidas de países pobres

·1 min de leitura
Pesos bolivianos em cantina de escola em La Paz, Bolívia

Por Andrea Shalal

WASHINGTON (Reuters) - Os sistemas existentes para rastrear dívidas soberanas de países mais pobres são inadequados e mascaram dívidas ocultas, e essas economias provavelmente devem muito mais do que os níveis recordes estimados atualmente, disse a economista-chefe do Banco Mundial, Carmen Reinhart.

O banco multilateral de desenvolvimento divulgou nesta quarta-feira a primeira avaliação abrangente dos sistemas de vigilância da dívida global e nacional, dizendo que encontrou "lacunas enormes" na capacidade de rastrear quanto cada país deve e a quem.

A atual colcha de retalhos de bancos de dados --com diferentes padrões e definições-- significa que as estimativas de dívida podem estar erradas em até 30% do Produto Interno Bruto (PIB) de um país, concluiu o relatório, observando que 40% dos países de baixa renda não divulgam dados sobre suas dívida soberana há mais de dois anos.

O Banco Mundial, há muito crítico das práticas de empréstimo da China, o maior credor do mundo, disse no mês passado que o peso da dívida dos países de baixa renda aumentou 12%, para um recorde de 860 bilhões de dólares em 2020, e pediu esforços abrangentes para ajudar países de baixa e média renda a alcançarem níveis de dívida mais sustentáveis.

Reinhart disse à Reuters que o número real pode ser "marcadamente maior" e que o novo estudo ressaltou a necessidade de reformas para garantir melhores estatísticas de dívida, coleta de dados coordenada e sistemas integrados de gestão de dívida.

O banco estima que 12% dos países de baixa renda já estão com sobreendividamento e 44% correm alto risco de chegar lá.

(Por Andrea Shalal)

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