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Banco é condenado a pagar R$ 10 mil a funcionária “proibida” de engravidar

·1 min de leitura
Mulher segurando um teste de gravidez
Testemunha alega que gerente do local “surtou” quando colegas ficaram grávidas

(Getty Images)

  • Funcionária proibida de engravidar deve receber R$ 10 mil em danos morais

  • Processo é contra um banco, cujo gerente tinha condutas abusivas

  • Tanto a empresa quanto a vítima vão recorrer da decisão 

Um banco em Rosário do Sul (RS) foi condenado a pagar R$ 10 mil em danos morais a uma funcionária “proibida” de engravidar. A mulher alegou que o gerente do local não aceitava que as empregadas ficassem grávidas, fazia cobranças abusivas e obrigava os funcionários a adquirirem produtos do banco. As informações são do O Globo.

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O depoimento de um ex-estagiário ajudou a comprovar a situação degradante pela qual as colaboradoras passavam. No relato, ele relembra que, quando entrou no banco, três colegas engravidaram.

“Ele (o gerente) teve um surto. Falou que ia colocar na agência uma máquina de pílula do dia seguinte, falou que tinha que ter fila para engravidar; também falou na reunião que só contrataria homens, pois não engravidam”, contou.

A decisão foi tomada pela 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), que entendeu que a atitude vai contra a dignidade e saúde mental da assistente administrativa.

Negando a conduta abusiva, a empresa recorreu ao Tribunal para anular a sentença. Em contrapartida, a vítima interpôs recurso para aumentar o valor da condenação.

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