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Banco Central: Site do dinheiro esquecido em bancos volta ao ar em 14 de fevereiro

·2 min de leitura
Sede do Banco Central em Brasilia
Sede do Banco Central em Brasilia
  • Site ficou fora ainda na segunda-feira devido ao grande número de acessos;

  • Na terça-feira o Banco Central tirou o site do ar para trabalhar em sua manutenção;

  • Cerca de R$ 900 mil já foram solicitados para devolução.

O site apresentado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (24), que permite aos cidadãos consultar se há algum dinheiro esquecido em contas bancárias encerradas, retornará ao ar no dia 14 de fevereiro.

A informação foi dada pelo Banco Central nesta quinta-feira (27).

O site continha a ferramenta do SRV (Sistema Valores a Receber), que fazia uma consulta a partir do CPF ou CNPJ para verificar havia valores esquecidos nos bancos parceiros do serviço, como o Banco do Brasil, o Bradesco, a Caixa, o Itaú, o Santander, o Sicoob e o Sicredi.

Sistema ficou fora do ar após algumas horas de uso

A recepção ao SRV foi tanta que pegou o BC desprevenido. Os acessos foram tantos nas primeiras horas que tiraram do ar o site dedicado, além de causar lentidão pelo restante do sistema.

Ao todo, a quantidade de acesso nas primeiras horas foi 20 vezes maior que em um dia considerado de alto volume pela autarquia, ou ainda 50 vezes maior que os acessos de um dia normal.

O sistema ficou fora do ar o restante do dia, quando na terça-feira (25), o BC suspendeu de vez a consulta, tirando do ar o site.

Brasileiros já conseguiram a devolução de R$ 900 mil

Antes da queda, cerca de 79 mil brasileiros conseguiram consultar o sistema. Destes, 8,5 mil tinham valores esquecidos e solicitaram a devolução.

Somadas, as devoluções chegam a R$ 900 mil.

Segundo o Banco Central, ao todo há um total de R$ 3,9 bilhões disponíveis para saque, pertencentes a 27,9 milhões de CPFs e CNPJs.

Isto somente na primeira etapa de devoluções.

O BC afirmou que ainda há um total de R$ 4,1 bilhões em valores referentes a outras operações, como tarifas e parcelas de operações de créditos cobradas indevidamente, ou contas em corretoras e distribuidoras de títulos e valores monetários encerradas.

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