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Banco Central russo volta a diminuir taxas de juros

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Várias pessoas compram salsichas em mercado de Moscou em 29 de abril de 2022 (AFP/Natalia Kolesnikova) (Natalia Kolesnikova)
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O Banco Central russo reduziu sua principal taxa de juros nesta sexta-feira (29), de 17% a 14%, ao avaliar que "os riscos para os preços e para a estabilidade financeira deixaram de aumentar".

Os analistas esperavam um corte de menor amplitude, de 15%.

O BC elevou sua taxa para 20% no final de fevereiro, poucos dias após o presidente Vladimir Putin ordenar o envio de tropas para a Ucrânia e depois das primeiras sanções ocidentais destinadas a isolar a Rússia da economia mundial.

No início deste mês, inesperadamente baixou suas taxas para 17%, explicando que os riscos de estabilidade financeira "pararam de aumentar".

"Agora parece plausível que a taxa caia para 10% até o fim do ano", disse Liam Peach, analista da Renaissance Capital, em nota.

O próprio BC, que terá sua próxima reunião sobre as taxas em 10 de junho, estimou que "pode encontrar espaço para um corte de sua taxa de referência em 2022 se a situação evoluir conforme a previsão".

O BC estima que a inflação na Rússia chegará a 23% em 2022, mas que em 2023 começará recuando e em 2024 chegará a 4%.

No entanto, "o ambiente externo continua sendo difícil e pesa consideravelmente sobre a economia russa", admitiu a instituição.

"Estamos em uma área de imensa incerteza", declarou a governadora do BC russo, Elvira Nabiullina, em coletiva de imprensa.

O PIB russo vai contrair de 8% a 10% este ano, mas voltará a "crescer rapidamente em 2023, graças a uma transformação econômica estrutural", segundo as projeções do BC, que prevê uma faixa de crescimento que vai de % para 3% em 2023 e de 2,5% para 3,5% em 2024.

Putin reconheceu em várias ocasiões que as sanções ocidentais criaram dificuldades significativas para o país, mas disse que falharam e que a Rússia agora tem a oportunidade de diversificar sua economia, que é altamente dependente de suas exportações de hidrocarbonetos.

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