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Banco Central quer responsabilizar bancos por fraudes com Pix

O grande problema das transferências para contas laranjas do Pix é a dificuldade de saber o destino do dinheiro
O grande problema das transferências para contas laranjas do Pix é a dificuldade de saber o destino do dinheiro

(Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

  • Presidente do BC quer endurecer medidas para que contas laranja não sejam abertas;

  • Tais contas estão envolvidas em golpes do Pix;

  • Instituição estuda responsabilizar bancos por fraudes.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira (1) que vai endurecer as medidas para coibir a abertura de contas laranjas ligadas a golpes do Pix. Em audiência na Câmara dos Deputados, ele revelou que estuda responsabilizar bancos que hospedam tais contas.

"A gente está apertando o máximo possível para que os bancos não tenham capacidade de ser hospedeiros de conta laranja ou conta intermediária. Inclusive a gente vai começar a fazer um processo em que os bancos serão responsabilizados se for feita uma fraude de Pix e eles tiverem uma conta laranja", afirmou.

O grande problema das transferências para contas laranjas é a dificuldade de saber para onde o dinheiro foi. Basicamente, funciona assim: o criminoso abre uma conta laranja em nome de uma pessoa aleatória e aplica um golpe do Pix em uma vítima, que transfere uma quantia para essa conta. Mesmo que a transferência deixe rastros, o trabalho de investigação da polícia fica comprometido por não conseguir encontrar o golpista, e sim a pessoa cujo nome foi usado na conta laranja.

"A gente gerou o máximo de flexibilidade possível. Mesmo assim, as fraudes continuam ocorrendo. É importante entender que, quando uma fraude é cometida no Pix, precisa ter uma fonte receptora", disse Campos Neto.

O presidente do Banco Central defendeu o Pix e disse que a modalidade não tem culpa no aumento de golpes registrados. Ele ainda ressaltou que a instituição está trabalhando para endurecer as regras de transferência.

"Você pode cancelar o seu limite, fazer com que só você possa fazer [a transferência] com quem já esteja pré-cadastrado, pode calibrar por horário. A gente está fazendo de tudo, porque quem mais conhece sua forma de consumir é o próprio consumidor", concluiu.

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