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Banco Central e a inflação.

·2 minuto de leitura

A relação entre a inflação e o juro é bem estreita. Normalmente, quando o juro sobe a inflação cai, quando o juro cai, a inflação tende a subir. Mas além da relação do juro e inflação, existe a parte fiscal.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, até o presente momento não vem se manifestando a favor de subir ainda mais o juro.

Em outros tempos, seria difícil enxergar a inflação chegando aos 10%, ou mais, sem que a taxa de juro estivesse no mesmo patamar ou superior.

Caso o percurso do juro se mantenha inalterado, chegando aos 8,25% em dezembro, é provável que o ano termine com um juro real negativo e com a inflação em alta.

Relação da parte fiscal com o juro

Quando o país possui a parte fiscal bem controlada, com a dívida regulada, normalmente a inflação não oferece riscos à nação. Mas quando há um descontrole na parte fiscal, as coisas podem desandar de forma rápida.

O Brasil, até o presente momento, convive com a redução da dívida. A relação dívida/PIB tem tudo para terminar 2021 próxima dos 80%. Vale destacar que ainda em fevereiro de 2021, a dívida/PIB alcançou patamar acima dos 90%.

Boa parte dessa redução vem ocorrendo devido a alta inflação. Ou seja, com a desvalorização do real, o governo vem conseguindo contornar a própria dívida.

O problema da inflação alta fica na conta da população que vê o dinheiro se desvalorizar, perdendo o poder de compra.

Outro problema está baseado no juro “baixo”. O governo brasileiro vem trabalhando com a ideia de incrementar alguns programas sociais e isso vai gerar mais custos e despesas.

Sendo que o Brasil já tomou várias medidas que aumentaram os gastos da nação. Observando que a parte fiscal vem sofrendo bastante e o juro ainda não está em um nível restritivo, é possível que o IPCA se mantenha elevado por mais tempo, inclusive em 2022.

Vale destacar que o juro maior, também serve de forma restritiva para o governo federal, uma vez que o juro da dívida aumenta junto da Selic.

De qualquer forma, o BC vem sinalizando que a inflação não está tão desregulada e que a alta da Selic, da forma que está, tem tudo para surtir o efeito necessário. Agora é aguardar e torcer para tudo dar certo.

Indicadores do dia

O Brasil ainda vem sofrendo com a volatilidade do dólar e hoje o USD/BRL terminou com valorização de 1,59%, cotado a R$ 5,46.

Já o EUR/USD teve alta de 0,11%, cotado a 1,16 dólares e por fim o USD/CNY cotado a 6,45 Yuan.

This article was originally posted on FX Empire

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