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Banco Central da Colômbia é unânime em apoio por mais estímulos

Oscar Medina e Andrea Jaramillo
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Todos os sete membros do conselho do Banco Central da Colômbia defendem a continuidade de estímulos para a economia para ajudar o país a se recuperar da pior recessão de sua história, disse o presidente da instituição, Leonardo Villar.

O PIB da Colômbia não retornará ao nível pré-pandemia até 2022, e a inflação também deve se manter abaixo da meta de 3% até o final daquele ano, disse Villar em entrevista por vídeo na terça-feira.

Nessas circunstâncias, membros do conselho votaram por manter os juros na mínima histórica de 1,75% no mês passado, enquanto dois argumentaram que as taxas deveriam cair ainda mais, para 1,5%. A reunião foi a primeira de Villar desde que tomou posse como presidente da instituição em janeiro.

“Tanto a maioria quanto o grupo minoritário no conselho concordam plenamente com a necessidade de uma política expansionista e a necessidade de manter as taxas de juros historicamente baixas”, disse Villar. “O hiato do produto é muito negativo. Isso é o que justifica uma política monetária fortemente expansionista.”

O risco de mais surtos de coronavírus torna as perspectivas de crescimento muito incertas, disse Villar. Ao mesmo tempo, a recente alta do preço do petróleo, o produto mais exportado da Colômbia, pode resultar em crescimento acima das previsões do banco, acrescentou.

A economia deve crescer cerca de 4,5% neste ano, liderada pela demanda doméstica, após queda estimada de 7,2% em 2020, de acordo com as projeções do banco central.

A confiança do consumidor despencou em janeiro, um mau sinal para a recuperação, mas Villar disse que vê isso como um efeito temporário causado pelas restrições de mobilidade. Bogotá e outras grandes cidades voltaram a impor restrições para conter o vírus devido ao aumento do número de infecções na temporada de Natal.

A inflação desacelerou para o nível mais baixo desde a década de 1950 em novembro e, segundo Villar, o banco espera que os preços se mantenham baixos nos primeiros três meses do ano. A partir do segundo trimestre, a inflação começa a se acelerar para fechar o ano acima de 2%, disse.

Resposta à crise

O alto nível de credibilidade conquistado pelo banco central colombiano permitiu-lhe implementar medidas ousadas de combate à pandemia, disse.

“Foram medidas audaciosas que estabilizaram o mercado”, disse Villar. “Devemos buscar manter essa confiança nas instituições e desenvolver o que já está funcionando bem.”

Antes de ser eleito presidente do banco central pelo conselho, Villar era o principal representante da Colômbia no Fundo Monetário Internacional em Washington.

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©2021 Bloomberg L.P.