Mercado abrirá em 1 h 40 min
  • BOVESPA

    111.399,91
    +2.506,91 (+2,30%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.895,63
    +1.116,73 (+2,67%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,47
    -0,08 (-0,18%)
     
  • OURO

    1.827,90
    +9,00 (+0,49%)
     
  • BTC-USD

    19.043,69
    -128,05 (-0,67%)
     
  • CMC Crypto 200

    373,48
    -6,38 (-1,68%)
     
  • S&P500

    3.662,45
    +40,82 (+1,13%)
     
  • DOW JONES

    29.823,92
    +185,32 (+0,63%)
     
  • FTSE

    6.394,04
    +9,31 (+0,15%)
     
  • HANG SENG

    26.532,58
    -35,10 (-0,13%)
     
  • NIKKEI

    26.800,98
    +13,44 (+0,05%)
     
  • NASDAQ

    12.445,00
    -7,25 (-0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3015
    -0,0055 (-0,09%)
     

Banco central da China retoma debate sobre retirada de estímulo

Bloomberg News
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O banco central da China mais uma vez destacou a possibilidade de retirar as políticas de afrouxamento monetário, em forte contraste com Estados Unidos e Europa, onde o salto de casos de vírus obriga governos a avaliarem mais estímulos.

Autoridades monetárias globais discutem o momento da retirada dos estímulos, e o consenso é que isso deve ser feito mais cedo ou mais tarde, disse na sexta-feira Liu Guoqiang, vice-presidente do Banco Popular da China. “Sair é questão de tempo e também necessário”, disse. “Mas o momento e o método de saída precisam ser avaliados cuidadosamente, principalmente com base na situação de recuperação econômica.”

Ele acrescentou que “no geral, a economia internacional está se recuperando, e a situação da China é melhor do que a da economia internacional”.

A economia da China recuperou todas as perdas registadas no primeiro semestre. A retomada foi primeiro impulsionada pelas exportações e pela produção industrial e, posteriormente, reforçada com o aumento do consumo. É um dos poucos pontos positivos na economia global, que ainda tenta sair da pior recessão desde a Grande Depressão - e cuja situação fica mais complicada com o ressurgimento de casos de Covid-19 na Europa e nos EUA.

“Fizemos algumas pesquisas recentemente e podemos ver pela tendência que a economia do nosso país está relativamente forte, que as políticas estão surtindo efeito e a confiança do mercado está se recuperando”, disse Liu em Pequim em conferência de imprensa com outras autoridades financeiras. “Mas os ajustes das políticas não devem ser apressados ou enfraquecerem o efeito de servir à economia real”, nem causar mudanças bruscas das políticas, disse.

Riscos financeiros

Liu não forneceu detalhes sobre o momento de uma retirada do estímulo, ao mesmo tempo em que enfatizou que as políticas serão ajustadas com base nas mudanças nas condições e na demanda do mercado. Ele disse que o apoio será ainda maior em áreas que requerem assistência de longo prazo.

O PBOC adotou uma abordagem calculada para o afrouxamento monetário neste ano ao reduzir as taxas de juros, injetar liquidez e conceder moratórias para o pagamento de empréstimos corporativos. O presidente do banco central da China, Yi Gang, já disse que os mercados devem pensar em uma saída das políticas financeiras mais frouxas.

Separadamente, o banco central também divulgou seu Relatório de Estabilidade Financeira, que destacou os riscos financeiros decorrentes do aumento do endividamento.

Pandemia à parte, “os riscos de default de algumas empresas aumentaram, o que pode ser transmitido ao sistema financeiro”, segundo comunicado que acompanha o relatório. O banco central chinês disse que tentará administrar esses riscos, resolver brechas de regulamentação e prevenir ameaças financeiras sistêmicas.

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2020 Bloomberg L.P.