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Banco Central cumpre promessa e sobe taxa básica de juros para 3,5%

·1 minuto de leitura

BRASÍLIA — O Banco Central (BC) cumpriu a sinalização feita na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e aumentou a taxa básica de juros, a Selic, de 2,75% para 3,5% ao ano nesta quarta-feira. Essa é a segunda alta seguida da Selic depois de seis anos sem subir juros.

A recente trajetória de alta representa um aumento da preocupação do Banco Central com a inflação, que neste ano vem registrando índices maiores que o esperado. Taxas de juros mais altas encarecem o crédito e tendem a frear o consumo e, como consequência, tem um efeito negativo na inflação.

No entanto, o patamar do juros ainda é considerado "estimulativo", ou seja, que tem o potencial de estimular a atividade econômica.

As expectativas de mercado apontam para a inflação em 5% ao final do ano e em 3,6% em 2022, de acordo com o relatório Focus. São projeções acima das metas estabelecidas pelo governo de 3,75% e 3,5%, respectivamente.

No acumulado dos últimos doze meses, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação, está em 6,17%. Nas últimas reuniões, o BC tem avaliado que essa alta mais aguda é passageira e a inflação deve arrefecer até o final de 2021, visão compartilhada pela média do mercado.

No comunicado desta decisão, o Banco Central manteve a avaliação de que essa alta é temporária, mas ressaltou seguir "atento" à evolução da inflação.

"Com exceção do petróleo, os preços internacionais das commodities continuaram em elevação, com impacto sobre as projeções de preços de alimentos e bens industriais. Além disso, a transição para patamares mais elevados de bandeira tarifária deve manter a inflação pressionada no curto prazo".

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