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Banco central chinês se antecipa ao Fed em retirada de estímulo

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O banco central da China está um passo à frente do Federal Reserve na retirada do estímulo de emergência da pandemia de Covid-19, aliviando a potencial pressão sobre o mercado devido à iminente mudança da política monetária nos Estados Unidos.

O Banco Popular da China (PBOC, na sigla em inglês) já começou a limitar o crescimento do crédito para enfrentar os riscos do endividamento, embora de forma gradual para evitar a paralisação da recuperação ainda incerta da economia. E a inflação ao consumidor ainda está sob controle, apesar da recente alta dos preços de fábrica.

É um cenário diferente dos EUA, onde o estímulo fiscal recorde aumenta as projeções de crescimento econômico e os preços têm subido mais rápido do que o esperado. O Fed agora debate quando pode começar a reduzir seu programa de compras de títulos e a aumentar as taxas de juros.

Ao contrário do ciclo de aperto monetário anterior dos EUA, quando os juros na China também subiram, em parte para aliviar temores de saída de capital, desta vez os fundos fluem para a China. E, embora o yuan possa enfraquecer com a retirada de estímulo do Fed - o que traz um alívio bem-vindo aos exportadores e ao PBOC -, o impacto provavelmente será moderado.

“A China está seguindo seu próprio caminho para a política devido a uma história de crescimento e inflação muito diferente em relação aos EUA”, disse Dariusz Kowalczyk, chefe de pesquisa para a Ásia, exceto Japão, no Crédit Agricole CIB, em Hong Kong. “A mudança de política do Fed faz pressão de alta sobre a volatilidade do mercado cambial global, e o PBOC também gostaria que a taxa de câmbio dólar-yuan seja impactada por isso.”

O governo chinês sinalizou repetidamente que os avanços do yuan em relação ao dólar foram muito rápidos, pois em maio a moeda atingiu o nível mais alto desde 2018. Enquanto o yuan onshore mostra baixa de 1% desde o surpreendente giro do Fed, ainda acumula alta de 1,1% este ano, sendo a moeda com o segundo melhor desempenho da Ásia.

Na quinta-feira, o PBOC aumentou a injeção de fundos de curto prazo pela primeira vez desde março, uma mudança marcante em sua abordagem na gestão de liquidez após meses fornecendo o mínimo para atender à demanda do mercado. Uma segunda injeção líquida de capital na sexta-feira contribuiu para a queda dos custos de empréstimos interbancários overnight para 1,54%, o menor nível em mais de um mês.

As preocupações com a liquidez se tornarão mais importantes no segundo semestre, já que os governos locais devem elevar as emissões de títulos, tendo vendido apenas cerca de 30% de sua cota anual até agora.

“Não achamos que um Fed mais ‘hawkish' afetaria a política da China”, disseram Robin Xing e outros economistas do Morgan Stanley em nota, em referência ao aperto monetário do banco central dos EUA. “Mas poderia haver um ajuste na postura da política sobre o aperto na reunião do Politburo de julho, devido à recente desaceleração do crescimento.”

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©2021 Bloomberg L.P.

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