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Baleia de quase 20 metros encalha em praia do Paraná

·2 minuto de leitura

CONSELHEIRO LAFAIETE, MG (FOLHAPRESS) - Uma baleia-fin (Balaenoptera physalus) foi encontrada encalhada na tarde de terça-feira (21) em uma praia da Ilha do Mel, no litoral paranaense.

O animal, um macho adulto de 19,5 metros, foi encontrado pela população local em um estado avançado de decomposição.

Esta é a primeira vez que uma baleia dessa espécie encalha no litoral do Paraná, segundo registros do Laboratório de Ecologia e Conservação de Mamíferos e Répteis (LEC) do Centro de Estudos do Mar (CEM) da UFPR (Universidade Federal do Paraná).

"Essa população do Oceano Atlântico Sul ainda é pouco conhecida, a gente demanda muita informação científica, então cada encalhe dessa espécie é uma fonte de informação incrível", explica a bióloga Camila Domit, coordenadora do LEC.

A equipe do laboratório coletou materiais biológicos para realização da necrópsia, que busca descobrir a causa da morte e a idade do animal. Além disso, as análises podem contribuir para um conhecimento mais aprofundado da espécie.

"Nas coletas que nós fizemos, encontramos uma alteração cardíaca nesse indivíduo e aí precisamos complementar as análises para entender o quanto essa problemática está relacionada com a causa da morte", diz Domit.

Segundo a pesquisadora, como o animal foi encontrado em estado de decomposição avançada, é mais difícil de entender de maneira completa a causa da morte.

A baleia-fin é a segunda maior espécie encontrada nos oceanos, atrás apenas da baleia azul, e faz parte tanto da lista brasileira quanto da mundial de animais ameaçados de extinção.

Nos últimos anos, os registros de animais marinhos, como baleias, golfinhos, tartarugas e aves marinhas, encalhados no litoral brasileiro vem crescendo.

"Tem sido algo muito mais frequente do que nós esperávamos e gostaríamos, porque estamos falando, em geral, de espécies ameaçadas de extinção, espécies que já estão em tamanho reduzido e são submetidas a diferentes tipos de impactos, principalmente antropogênicos", afirma a pesquisadora.

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