Mercado fechará em 2 h 54 min
  • BOVESPA

    101.273,60
    +13,85 (+0,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.331,20
    -376,52 (-0,97%)
     
  • PETROLEO CRU

    38,67
    -1,18 (-2,96%)
     
  • OURO

    1.907,00
    +1,80 (+0,09%)
     
  • BTC-USD

    12.991,46
    -158,56 (-1,21%)
     
  • CMC Crypto 200

    259,40
    -4,01 (-1,52%)
     
  • S&P500

    3.394,12
    -71,27 (-2,06%)
     
  • DOW JONES

    27.613,70
    -721,87 (-2,55%)
     
  • FTSE

    5.809,48
    -50,80 (-0,87%)
     
  • HANG SENG

    24.918,78
    +132,68 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    23.494,34
    -22,25 (-0,09%)
     
  • NASDAQ

    11.499,75
    -163,75 (-1,40%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6385
    -0,0254 (-0,38%)
     

Balança comercial tem superávit de US$ 42,4 bilhões no ano

BERNARDO CARAM
·1 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO: Cédulas de real, moeda oficial brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO: Cédulas de real, moeda oficial brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 42,4 bilhões nos nove primeiros meses deste ano. Isso significa que o valor exportado pelo país superou o montante das importações. O saldo é 18,6% melhor do que o registrado no mesmo período de 2019.

Os dados apresentados nesta quinta-feira (1º) pelo Ministério da Economia mostram, no entanto, que a melhora no saldo é fruto de uma deterioração nos componentes do comércio exterior.

Na comparação com os nove primeiros meses do ano passado, o valor das importações brasileiras teve retração de 14%. Também houve queda nas exportações, de 7%.

A corrente de comércio, que soma os valores vendidos e comprados, indicando o dinamismo do comércio exterior do país, recuou 10,1%.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o ministro Paulo Guedes (Economia) aposta na balança comercial como fator que pode reduzir as perdas do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano.

A avaliação do ministro é que a exportação de alimentos, ponto forte do Brasil, segue em alta e segura os resultados comerciais no azul.

Entre janeiro e setembro, as exportações do setor agropecuário somaram US$ 37,6 bilhões, uma elevação de 16% na comparação com período equivalente do ano passado.

O movimento de expansão não foi observado em outras áreas. A indústria de transformação recuou 14,9% no período. No caso da indústria extrativa, que inclui minérios e petróleo, a retração nas vendas ao exterior foi de 6%.