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Bala Perdida: 5 motivos que explicam o novo sucesso da Netflix

Bala Perdida, novo sucesso da Netflix (reprodução)

O reinado do (péssimo) filme erótico 365 Dias chegou ao fim na Netflix. Nesta semana, a obra comparada a Cinquenta Tons de Cinza acabou cedendo o primeiro lugar no ranking dos mais vistos da plataforma para Bala Perdida, um longa de ação produzido na França.

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A mais nova sensação do streaming conta a história de Lino, um mecânico que monta carros de fuga. Acusado injustamente de assassinato, ele precisa encontrar a bala usada no crime, localizada em um veículo desaparecido, para comprovar a sua inocência.

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Sem o apelo sensual de 365 Dias, o filme francês tem surpreendido muita gente ao fazer tamanho sucesso em tempos de quarentena provocada pelo novo coronavírus. Abaixo, apontamos algumas justificativas para o êxito.

É quase Velozes e Furiosos

Velozes e Furiosos não chegou ao nono filme por acaso. Apostando em perseguições nonsenses e histórias mirabolantes, a saga estrelada por Vin Diesel já faturou US$ 5 bilhões no cinema. Bala Perdida é como se fosse um dos primeiros filmes da franquia, apostando somente no básico: carros em alta velocidade, ótimos dublês e personagens raivosos. Difícil dar errado.

Porrada boa

O trailer do filme não valoriza as muitas cenas de luta corporal do filme. Em vez de apostar na estética, o longa francês aposta em chutes e socos que parecem estabanados. O resultado em cena é bastante realista e, em muitos momentos, bem empolgante.

Cena de Bala Perdida, filme da Netflix (reprodução)

1h30 de ação (e só isso)

Para falar a verdade, a história pouco importa no filme. Assumindo-se como clichê, o longa aposta em 1h30 de cenas de ação, sem respiro ou espaço para diálogos. Desenvolvimento dos personagens? Isso fica para outro dia. A missão aqui é distribuir socos, fugir e não pensar em nada.

Aborda a corrupção policial

Ainda que o longa de Guillaume Pierret não toque em nenhum assunto com profundidade, a obra coloca o seu protagonista, Lino, diante de policiais corruptos. Mesmo sendo por demais estereotipados, os agentes fazem com que a gente se identifique mais com a jornada do protagonista.

Produção modesta, porém eficiente

Talvez o grande apelo do filme sejam os carros. Ainda que sejam tunados pelo protagonista, eles passam longe de parecem fora da realidade. A impressão que Lino faz com que veículos da nossa realidade sejam capazes de fugas deste nível torna toda a história mais próxima do espectador.

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