Mercado fechará em 5 h 44 min
  • BOVESPA

    129.822,76
    +1.055,30 (+0,82%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.208,21
    +78,33 (+0,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,80
    +0,95 (+1,30%)
     
  • OURO

    1.792,30
    +14,90 (+0,84%)
     
  • BTC-USD

    34.105,30
    +4.671,95 (+15,87%)
     
  • CMC Crypto 200

    820,46
    +10,26 (+1,27%)
     
  • S&P500

    4.255,62
    +9,18 (+0,22%)
     
  • DOW JONES

    33.992,98
    +47,40 (+0,14%)
     
  • FTSE

    7.116,50
    +26,49 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    28.817,07
    +507,31 (+1,79%)
     
  • NIKKEI

    28.874,89
    -9,24 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    14.304,25
    +46,00 (+0,32%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9211
    +0,0013 (+0,02%)
     

Baixo investimento ameaça retomada no Reino Unido, diz NatWest

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A rápida recuperação do Reino Unido durante a pandemia de Covid-19 pode ser prejudicada pelo subinvestimento crônico de empresários nervosos, segundo o líder de um dos maiores bancos do país.

Em entrevista à Bloomberg TV na segunda-feira, Howard Davies, presidente do conselho do NatWest Group, disse que sua perspectiva de curto prazo "bem" otimista tem como base os fortes gastos dos consumidores depois de 15 meses de restrições. Mas o crescimento de longo prazo terá que vir do investimento corporativo, acrescentou.

“Acho que essa tem sido a principal falha, especialmente no Reino Unido, mas também em outros lugares: o investimento tem sido relativamente fraco”, disse. “A menos que o investimento aumente, é difícil ver por que terminaríamos com uma taxa de crescimento sustentável maior do que aquela de quando entramos.”

A questão é anterior à Covid e ao Brexit, disse Davies, segundo o qual o Reino Unido teve a menor taxa de investimento das nações do G7 por cerca de uma década. “As empresas nacionais em particular - porque o investimento interno é relativamente forte - não estão dispostas a investir, não estão confiantes sobre o perfil da demanda no futuro”, afirmou.

Davies disse que o setor bancário tem uma “relação de colaboração” com o governo do primeiro-ministro Boris Johnson. “O maior problema é financiar a recuperação”, disse, agora que as restrições aos dividendos bancários estão sendo suspensas. “No lado corporativo, estamos prontos para emprestar, a questão é se haverá demanda de investimento suficiente.”

Davies também gostaria de ter mais certeza sobre o que poderia influenciar o governo do Reino Unido na decisão se deve proceder com a reabertura total da economia em 21 de junho, em meio ao aumento de casos de novas variantes do coronavírus. “Um ambiente com alguma previsibilidade é importante”, afirmou.

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos