Os bairros de SP mais buscados por compradores de imóveis em 2013

SÃO PAULO - Um estudo realizado pela consultoria imobiliária Lopes apontou os bairros e regiões mais procuradas por potenciais compradores de imóveis da cidade de São Paulo em 2013.

No topo dos mais buscados está Vila Mariana, na Zona Sul de São Paulo. Ela é seguida por Santana, Zona Norte, Saúde, Zona Sul, Tatuapé, Zona Leste e o bairro de Pinheiros, localizado na Zona Oeste da capital.

Com relação às regiões da cidade, a Zona Sul segue como a região de mais interesse em 2013. Ela foi indicada por 37% dos 6.588 possíveis compradores de imóveis entrevistados entre janeiro e novembro. Em seguida aparecem as regiões Leste (23%), Oeste (19%), Norte (14%) e Centro (7%). 

Valor médio por região
A Lopes também levantou o ticket médio de cada região. Na Zona Sul, mais buscada por compradores em 2013, foram lançados mais de 333 novos empreendimentos, com 40 mil unidades e 480 torres. Seus preços médios foram de R$ 553 mil, o que tornou seu VGV (Valor Geral de Vendas) o maior da capital, somando R$ 22 bilhões em lançamentos.

Já a Zona Leste recebeu 25.843 unidades distribuídas em 299 torres, que somam um VGV de R$ 9,5 bilhões. Outro atrativo da região é o valor médio bastante acessível do metro quadrado do lançamento, que gira em torno de R$ 5.930 metros quadrados, além do ticket médio de R$ 368 mil.

Por outro lado, a Zona Oeste tem os imóveis mais caros da capital, que custam em torno de R$ 674 mil. Nos últimos três anos, a região acrescentou 123 empreendimentos em seu portfólio e seu VGV total destes lançamentos somaram R$ 10,4 bilhões.

Já a Zona Norte acumula valorização no metro quadrado nos últimos 12 meses, passando de R$ 5,5 mil para R$ 6,4 mil. Os imóveis na região apresentaram ticket médio de R$ 413 mil. O Centro, por sua vez, tem um dos imóveis mais “baratos” da cidade de São Paulo, com um preço médio de R$ 376 mil. Segundo a Lopes, a região central vem despertando o interesse do mercado imobiliário. Ela recebeu, no último triênio, 500 unidades a mais que o período anterior, passando de 9.310 para 9.890 unidades. Com isso, o VGV chegou a quase R$ 4 bilhões.

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