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Bahia testará vacina russa contra covid-19 e planeja comprar 50 milhões de doses

Reuters
·3 minutos de leitura

O governo do Estado da Bahia assinou acordo para conduzir testes clínicos da fase 3 da vacina russa contra a covid-19 Sputnik V, e planeja comprar 50 milhões de doses para distribuir no Brasil, informaram autoridades.

A vacina russa está sendo desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa Gamaleya, de Moscou, e comercializada pelo Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), que no mês passado fechou um acordo com o Estado do Paraná para testar e produzir a vacina localmente.

A Rússia vai vender até 50 milhões de doses da vacina Sputnik-V para a Bahia, informou o RDIF em um comunicado.

O governador Rui Costa (PT) disse que um acordo de confidencialidade foi assinado nesta semana para formalizar os testes, e a Bahia irá receber 500 doses iniciais assim que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o protocolo para a testagem.

A Bahia é um dos vários Estados brasileiros que se empenharam por conta própria para garantir o acesso às vacinas contra a covid-19, motivados, em parte, por uma desconfiança na resposta do governo federal.

Costa disse que o governo federal deveria estar fazendo mais para estabelecer parcerias internacionais para ajudar os estudos sobre as vacinas que estão sendo desenvolvidas para combater a pandemia.

As entregas devem começar em novembro, sujeitas à aprovação dos reguladores do Brasil, afirmou o RDIF.

A Rússia promove a Sputnik como a primeira vacina contra o coronavírus a ser registrada no mundo, embora a fase 3 de testes ainda não tenha sido concluída.

Um ensaio de fase 3 envolve milhares de pessoas ―na Rússia, 40 mil― por um longo período de tempo.

Se os estudos, que devem começar em outubro, forem bem-sucedidos, a Bahia irá buscar comercializar a vacina russa no Brasil por meio de seu centro de pesquisa farmacêutica Bahiafarma, segundo o secretário de Saúde do estado, Fábio Villas-Boas.

(Photo: Images By Tang Ming Tung via Getty Images)
(Photo: Images By Tang Ming Tung via Getty Images)

O Brasil possui o terceiro maior número de casos do mundo, com mais de 4 milhões confirmados.

O RDIF já fechou diversos acordos para exportar a vacina para o exterior. O Cazaquistão deve comprar mais de 2 milhões de doses inicialmente e, posteriormente, poderá aumentar o volume para 5 milhões de doses.

O Fundo também concordou em vender 32 milhões de doses para a Landsteiner Scientific, uma empresa privada no México.

Separadamente, o RDIF informou nesta sexta-feira que mais de um bilhão de pessoas receberiam a vacina em 2020-21, de acordo com um relatório da agência de notícias Interfax.

O Fundo afirmou nesta semana que espera fornecer até 100 milhões de doses da vacina para a América Latina, cerca de um quinto do que espera ser capaz de produzir anualmente por meio de parcerias globais de fabricação.

A Índia produzirá 300 milhões de doses da vacina.

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Este artigo apareceu originalmente no HuffPost Brasil e foi atualizado.