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Bactérias podem sobreviver por mais de mil dias sem alimento, revela experimento

·2 minuto de leitura

Que as bactérias são capazes de sobreviver e prosperar nos mais diferentes ambientes já não é novidade. Mas agora, segundo um novo estudo, descobrimos que muitas delas podem sobreviver sem alimento por mais de 1.000 dias. Para chegar nesse resultado, pesquisadores acompanharam durante este período 100 tipos diferentes de bactérias, analisando seu crescimento e sobrevivência, verificando por quanto tempo elas conseguiriam seguir em vida nas condições mais precárias.

No início do experimento, muitas das bactérias acabaram morrendo, com as restantes se alimentando de suas células mortas. Na sequência, a taxa de morte das bactérias foi reduzida conforme elas se adaptavam às condições de pouca energia, mostrando estratégias bem inusitadas de sobrevivência. Portanto, o estudo concluiu que muitas espécies de bactérias conseguem sobreviver nas condições adversas mais inesperadas possíveis — algumas delas com a capacidade de sobreviver, inclusive, por cerca de 100 mil anos!

<em>Imagem: Reprodução/Wirestock/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/Wirestock/Freepik

Os pesquisadores explicam que as bactérias famintas retardavam seus processos biológicos, precisando cada vez mais de menos energia para sobreviver. Algumas das bactérias chegaram a se tornar esporos, uma forma de vida praticamente inerte que requer um consumo extremamente baixo de energia. As que não aguentaram a fome, acabaram se alimentando de outras bactérias, sendo este o maior fator de longevidade percebido.

"Embora as bactérias tenham a capacidade de se reproduzir em escalas de tempo de minutos a horas, prevemos que as populações podem persistir por centenas a milhares de anos", diz o estudo. Ainda que o experimento tenha feito a previsão com base em um estudo de apenas 1.000 dias, já existem evidências da longevidade das bactérias, que já foram encontradas intactas, em ambientes como permafrost ou de sal cristalizado, com idades variando entre 120 mil a mais de 200 milhões de anos.

Você pode conferir o estudo completo neste link.

Fonte: Canaltech

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