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Bônus de Wall Street no radar para revisão de lei Dodd-Frank

Daniel Avis e Jesse Hamilton
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Titãs das finanças, já sob pressão com o plano do presidente dos EUA, Joe Biden, de aplicar o maior aumento de impostos sobre americanos ricos em décadas, enfrentam outro perigo: progressistas exigem ação sobre uma regra há muito tempo em um impasse para que o governo de Washington limite os bônus de Wall Street.

Nos bastidores, grupos de consumidores como o Public Citizen e Better Markets lembram autoridades que as restrições sobre os salários são obrigatórias sob a Lei Dodd-Frank. Democratas - frustrados porque as regras foram deixadas de lado quando Donald Trump ocupou a Casa Branca - também fazem pressão, argumentando que, anos após a crise financeira de 2008, as políticas de remuneração dos bancos continuam a incentivar práticas perigosas.

Os limites são “críticos para controlar a cultura imprudente de Wall Street, que incentiva executivos a aumentarem sua remuneração com ganhos arriscados de curto prazo”, disse em comunicado a senadora de Massachusetts Elizabeth Warren, que há muito tempo critica os bônus generosos. “Já passou da hora de reguladores revisarem a regra e usá-la para evitar que executivos gananciosos quebrem nossa economia novamente.”

As restrições de remuneração estão entre os dispositivos mais polêmicos da lei Dodd-Frank, e reguladores adiaram a revisão mesmo durante o governo Obama - uma época em que o governo estava ansioso para apertar as rédeas de Wall Street.

Reguladores hesitaram em interferir na maneira como empresas privadas recompensam os funcionários. Além disso, como a economia não pode funcionar se os banqueiros engavetarem completamente o chamado espírito animal, foi difícil encontrar o equilíbrio entre permitir algum risco, mas não muito. E, considerando a importância dos bônus anuais para os executivos financeiros, o lobby sobre a questão tem sido intenso há uma década.

‘Nunca finalizada’

“É revelador que, das centenas de regras da Dodd-Frank, esta é uma das poucas que nunca foi finalizada”, disse Bartlett Naylor, defensor de políticas financeiras no Public Citizen. Naylor disse que seu grupo se reuniu com autoridades do governo Biden, que deram a impressão de que “não querem deixar passar quatro anos sem fazer isso”.

“As pessoas podem estar altamente confiantes” de que os reguladores financeiros de Biden implementarão as regras, disse Dennis Kelleher, presidente da Better Markets, que defende a supervisão rigorosa de bancos e outras empresas.

Representantes da Casa Branca não quiseram comentar.

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