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Azul quer comprar a LATAM até o fim do mês

·2 min de leitura
  • Para David Neeleman, fundador da Azul, Latam não chegará em acordo com seus credores

  • A empresa chilena tem até o dia 26 deste mês para apresentar um plano de reestruturação

  • Diferente do que se pensava, Azul quer comprar todas as operações e ativos da Latam

David Neeleman, fundador da companhia aérea brasileira Azul, confirmou ter interesse em comprar a rival chilena, Latam, que se encontra em um mau período financeiro.

Segundo Neeleman, caso os credores e a companhia não cheguem em consenso sobre um plano de reestruturação para a empresa, ele está pronto para fazer uma oferta pela totalidade da chilena. "Nós sabemos exatamente o que vamos oferecer", disse Neeleman em entrevista ao jornal Diario Financiero.

Diferente do que era esperado anteriormente, em que se acreditava que a Azul compraria apenas as operações da Latam no Brasil, Neeleman ressalta que pretende comprar a companhia aérea por inteira. "Compraríamos todo o ativo. Acredito que o grupo tem muito valor e não estamos pensando em cindir ou vender divisões”, declarou.

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A Latam já havia informado não querer vender nenhuma parte de suas operações, no entanto, caso o acordo de reestruturação não seja alcançado, a empresa pode se ver forçada à venda. O plano de recuperação deve ser apresentado até o dia 26 de novembro nos Estados Unidos, depois de cinco pedidos de prorrogações. A companhia citou a pandemia e dificuldades em chegar a um acordo com todas as partes interessadas como motivos do atraso.

"Isso permitirá emergir de forma bem-sucedida do processo, em conformidade com a legislação vigente tanto dos Estados Unidos como do Chile, considerando o direito de subscrição preferencial dos acionistas no Chile", disse a companhia em nota.

Recentemente a Latam em uma tentativa de se melhor organizar e cortar custos decidiu se reestruturar digitalmente, eliminando a necessidade de check-in, a utilização de totens para o despacho de malas e se utilizar da inteligência artificial para atendimentos virtuais, via sms, e-mail, whatsapp e telefone.

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