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Azul libera uso de piercing e tatuagem à mostra por pilotos e comissários

O “dress code” dos ares está, enfim, aterrissando no século XXI. Seguindo o exemplo de algumas companhias aéreas estrangeiras, a Azul liberou para seus pilotos e comissários o uso de piercings, tatuagens nos braços e nas pernas e variações no estilo do cabelo.

De acordo com a companhia, essas mudanças no manual de uniformes e apresentação pessoal surgiram de sugestões dos próprios aeronautas. Segundo Daniel Tkacz, vice-presidente de Operações da Azul, a empresa entendeu que as ideias poderiam ser “incorporadas para tornar o dia a dia do time mais confortável, respeitando o estilo e a personalidade de cada um”, sem prejuízo à segurança dos voos.

A companhia criou ainda um comitê permanente para analisar novas orientações de apresentação pessoal.

Lá fora, escassez de mão de obra

Esse movimento vem acontecendo lá fora. Nos últimos dois anos, as americanas Alaska Airlines e United Airlines passaram a permitir que seus comissários exibissem tatuagens. No mês passado, a britânica Virgin Atlantic Airways fez o mesmo, três anos depois de ter deixado de exigir o uso de maquiagem pelas comissárias.

Uma das razões para esse tipo de flexibilização, segundo observadores do setor, é a dificuldade para preencher vagas diante da escassez de mão de obra nos EUA e na Europa. Ao aceitar profissionais com piercings e tatuagens, as companhias aéreas ampliam o estoque de trabalhadores elegíveis para suas equipes.

Na Azul, independentemente do sexo, os tripulantes poderão, por exemplo, exibir piercings na orelha e na sobrancelha, usar tranças, rabo de cavalo ou coque samurai, variar a cor do esmalte e usar a imaginação na maquiagem.

No embarque de voos domésticos, o uso do blazer pelos comissários também se tornou opcional. Antes ele era exigido no embarque e no desembarque.

Já o time que trabalha nos aeroportos poderá calçar tênis, além de exibir acessórios como piercing e tatuagens. O uso do lenço também passou a ser opcional.