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Avon demite executiva que escravizava idosa em SP

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
UKRAINE - 2020/05/29: In this photo illustration an Avon logo seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Igor Golovniov/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Avon anunciou ações de reparação para vítima resgatada pela Secretaria de Direitos Humanos. (Foto: Igor Golovniov/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

A Avon anunciou na última sexta-feira (26) a demissão da executiva Mariah Corazza Üstündag, que mantinha em sua casa, em um bairro rico de São Paulo, uma idosa de 61 anos em situação análoga à escravidão. A idosa morava em um quarto precário, sem banheiro, e dormia em um sofá velho.

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As denúncias contra Corazza foram feitas por uma fonte anônima à Secretaria de Direitos Humanos. Segundo a secretaria apurou, a idosa trabalhava para a família há 20 anos, sem qualquer registro. Fotos divulgadas mostram as condições do quarto onde ela era mantida:

Quarto em que idosa era mantida em condição análoga à escravidão em SP
Quarto em que idosa era mantida em condição análoga à escravidão em SP

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Nas redes sociais, a Avon se pronunciou sobre o caso: “Com grande pesar, a Avon tomou conhecimento das denúncias de violações dos direitos humanos por um de seus colaboradores. Diante dos fatos noticiados, reforçamos nosso compromisso irrestrito com a defesa dos direitos humanos, a transparência e a ética: valores que permeiam nossa história há mais de 130 anos no mundo e 60 anos no Brasil. Informamos que a funcionária não integra mais o quadro de colaboradores da companhia e a Avon está se mobilizando para prestar o acolhimento à vítima”, escreveu a empresa de cosméticos.

A empresa ainda não divulgou quais serão as medidas de reparação à idosa mantida em situação análoga à escravidão. No Twitter, clientes e seguidores da Avon responderam ao posicionamento da empresa, cobrando por divulgação sobre as ações de reparação:

Mariah Corazza Üstündag chegou a ser presa durante a ação, mas foi liberada mediante pagamento de fiança de R$ 2,1 mil, segundo reportagem da Folha. O marido dela também foi indiciado pela Polícia Civil.

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