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Avião totalmente elétrico completa seu primeiro teste

Alice, avião elétrico da Eviation, em apresentação na feira aeronáutica de Paris em 2019 (REUTERS/Pascal Rossignol)
Alice, avião elétrico da Eviation, em apresentação na feira aeronáutica de Paris em 2019 (REUTERS/Pascal Rossignol)
  • Modelo é capaz de levar até nove passageiros;

  • Alice ainda virá em outras duas configurações, uma de carga e outra de luxo para seis pessoas;

  • Eviation tem o protótipo de avião elétrico mais avançado dentro do mercado.

Um protótipo de avião de passageiros totalmente elétrico decolou pela primeira vez ontem, em um voo teste que marca uma conquista para a aviação livre de carbono. A aeronave, chamada de Alice, decolou às 7h10 da manhã do Aeroporto Internacional Grant County, no estado de Washington, nos Estados Unidos.

Alice, que é capaz de levar 9 passageiros, é o projeto que mais está a frente em desenvolvimento quando se trata do mercado de aeronaves totalmente elétricas, e pode ser a primeira a se tornar o “primeiro avião comercial totalmente novo e totalmente elétrico” se receber homologação da Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos, órgão similar a Anac brasileira.

Fabricada pela empresa Eviation, a Alice tem como alvo o setor de voos de passageiros e cargas de uma distância entre 240 e 420 quilômetros, mais ou menos a distância da ponte aérea Rio-São Paulo, ou São Paulo-Curitiba.

O voo de teste durou apenas oito minutos, com a aeronave atingindo uma altitude de 3.500 pés, ou um pouco mais de mil metros de altitude. Apesar de pouco tempo, o voo foi um sucesso, uma vez que seu objetivo era coletar dados sobre a aerodinâmica do avião e melhorar seu design.

De acordo com a Eviation, a Alice virá em três configurações: um avião de passageiros para nove pessoas, um avião de luxo para seis passageiros e uma versão para carga. O grande limitante do tamanho da aeronave é a capacidade da bateria.

A tecnologia de baterias já é capaz de providenciar energia suficiente para voos um pouco maiores, só que a partir de certa autonomia o peso das baterias se torna um impedimento, podendo sobrecarregar um avião ou reduzir sua eficiência. Para voos longos, no entanto, as baterias atuais ainda não são capazes de armazenar carga suficiente.

Levando em consideração tudo isso, a Eviation espera por Alice nos mercados comercialmente em 2027, quando a tecnologia de baterias também vai estar mais avançada, afirmou o CEO da empresa, Greg Davis, ao The Seattle Times.