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Avianca Holdings registra queda de 7,5% no tráfego em novembro

Cibelle Bouças

Grupo é dono das empresas Avianca, Tampa Cargo, Aerolíneas Galápagos (Aerogal) e Taca A colombiana Avianca Holdings, que reúne as empresas Avianca, Tampa Cargo, Aerolíneas Galápagos (Aerogal) e Taca, transportou em novembro 2,4 milhões de passageiros, o que representa uma queda de 7,5% em relação ao mesmo mês de 2018.

A demanda, medida em passageiros por quilômetro pago transportado (RPK, na sigla em inglês), caiu 9% em novembro. A oferta, medida em assentos por quilômetro ofertado (ASK, na sigla em inglês), encolheu 7,3% na mesma base de comparação.

Com isso, a taxa média de ocupação dos voos atingiu 80,5%, com queda de 1,5 ponto percentual em relação a novembro de 2018.

Em voos domésticos, a demanda cresceu 11,1%, enquanto a oferta de assentos encolheu 9%. A taxa média de ocupação dos voos chegou a 81,7%, com queda de 1,9 ponto percentual. A companhia transportou em novembro 1,39 milhões de passageiros em voos domésticos.

Em voos internacionais, a Avianca Holdings apresentou queda de 8,6% na demanda e queda de 7% na oferta de assentos, chegando a uma taxa média de ocupação de 80,2%, ante 81,6% em novembro de 2018. Em novembro, a companhia transportou 1,02 milhão de passageiros em rotas internacionais.

A Avianca Holdings tem como maior acionista a BRW Aviation, braço de investimentos da Synergy Group, dos irmãos Germán e José Efromovich. José Efromovich é dono no Brasil da Avianca Brasil, que está em recuperação judicial desde dezembro de 2018 e deixou de voar em maio do ano passado. Em julho, a Avianca Holdings rescindiu a licença de marca com a brasileira, que voltou a se chamar Oceanair.

No Brasil, a Avianca perdeu o direito de uso da marca e voltou a se chamar Oceanair

Ana Paula Paiva/Valor