Mercado abrirá em 7 h 23 min
  • BOVESPA

    128.427,98
    -339,48 (-0,26%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.170,78
    +40,90 (+0,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,18
    +0,10 (+0,14%)
     
  • OURO

    1.775,10
    -8,30 (-0,47%)
     
  • BTC-USD

    32.766,06
    -1.269,17 (-3,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    791,16
    -19,03 (-2,35%)
     
  • S&P500

    4.241,84
    -4,60 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    33.874,24
    -71,34 (-0,21%)
     
  • FTSE

    7.074,06
    -15,95 (-0,22%)
     
  • HANG SENG

    28.851,41
    +34,34 (+0,12%)
     
  • NIKKEI

    28.845,98
    -28,91 (-0,10%)
     
  • NASDAQ

    14.297,50
    +34,50 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9258
    -0,0027 (-0,05%)
     

Aviões sem um piloto a bordo estão prestes a decolar nos EUA

·2 minuto de leitura

Apertem os cintos, porque, literalmente, o piloto pode sumir. Ao contrário do filme de 1980 estrelado por Leslie Nielsen, em que um boneco inflável assume o controle do avião depois do desmaio do comandante de verdade, agora, a empresa norte-americana Merlin Labs (uma companhia financiada pelo Google) desenvolve uma frota com 55 aeronaves capazes de voar sem a presença de um piloto a bordo.

Os modelos King Air estão em fase de testes e ainda precisam de uma certificação do Federal Aviation Administration (FAA) dos EUA, que funciona como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aqui no Brasil, para começar a operar comercialmente.

“A autonomia está devorando o mundo. É uma oportunidade de automatizar o espaço aéreo, de poder reunir as pessoas, de criar uma infraestrutura digital que conecte o mundo inteiro”, diz o fundador da empresa, Matt George.

Autonomia

A Merlin Labs já realizou centenas de testes autônomos que vão desde a decolagem até o pouso, utilizando um sistema desenvolvido em parceria com a empresa Dynamic Aviation. Embora exista um piloto humano no solo para monitorar a aeronave e assumir o controle caso ocorra algum problema, os aviões podem operar por conta própria durante todo o trajeto.

A empresa também quer implantar um sistema que permita que os controladores de tráfego aéreo falem diretamente com as aeronaves autônomas. Um programa fará o processamento da linguagem natural para que o avião “entenda” as palavras do controlador e possa traduzi-las em ações de voo.

“Acreditamos firmemente que os controladores de tráfego aéreo precisam ser capazes de interagir com a aeronave da mesma forma que fariam com qualquer outro avião. Não deve haver nenhuma interface especial. Eles devem ser capazes de responder e fazer com que a aeronave execute essas ações”, completa Matt George.

King Air equipado com sistema autônomo (Imagem: Reprodução/Merlin Labs)
King Air equipado com sistema autônomo (Imagem: Reprodução/Merlin Labs)

Novos tempos

Mesmo com a aprovação de uso comercial, os aviões autônomos não devem ser usados, pelo menos por enquanto, no transporte de passageiros. A ideia da Merlin Labs é oferecer soluções logísticas para empresas especializadas em entregas comerciais ou translado de cargas, como a FedEx e a UPS.

Ainda não há uma previsão de quando as 55 aeronaves começarão a operar no espaço aéreo norte-americano. Segundo os executivos da empresa, depois que o processo for aprovado, os kits de autonomia poderão ser adaptados para qualquer tipo de avião compatível com tecnologias mais recentes de aviação.

Você teria coragem de embarcar em uma aeronave sem a presença de um piloto de carne e osso na cabine de comando? Deixe seu comentário aqui embaixo.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos