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Avião, ônibus e mototáxi: como Zé Trovão entrou no Brasil sem ser preso pela Polícia Federal

·1 min de leitura

BRASÍLIA — O bolsonarista e líder caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, fez uma longa jornada com viagens de avião, ônibus e mototáxi, desde o México até a fronteira do Brasil com o Paraguai, para conseguir entrar no país sem ser preso pela Polícia Federal.

Dessa forma, Zé Trovão retornou para Joinville (SC) no domingo, cidade onde mora a sua família, e ficou com eles até se entregar à PF nesta terça-feira, para que fosse finalmente cumprida a ordem de prisão determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em 1º de setembro.

Ele foi alvo de prisão a pedido da Procuradoria-Geral da República sob acusação de incentivar atos antidemocráticos no 7 de setembro, mas essa prisão não chegou a ser efetuada porque ele havia fugido para o México. Ficou quase dois meses foragido.

Na matéria completa, exclusiva para assinantes, entenda a saga de retorno de Zé Trovão, que inclui passagens pelo Peru, Chile e Paraguai.

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