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Auxílio Brasil deve extrapolar teto de gastos em R$ 51,1 bilhões

·2 min de leitura
Paulo Guedes
Programa substitui o Bolsa Família

(Andressa Anholete/Getty Images)

  • Auxílio Brasil deve ter custo extra de R$ 51,1 bilhões

  • Desse valor, cerca de R$ 40 bilhões serão destinados ao benefício temporário

  • Por extrapolar teto de gastos, Guedes afirmou que governo precisa de "licença para gastar"

O Auxílio Brasil, programa que substitui o Bolsa Família, deve ter custo extra de R$ 51,1 bilhões para os cofres públicos em 2022. Dessa quantia, R$ 12,4 bilhões serão gastos com os reajustes das parcelas, sendo que os outros R$ 40 bilhões destinam-se ao benefício temporário. As informações são do Estadão.

O principal motivo dos custos é o aumento de R$ 100 no Auxílio Brasil. Inicialmente, o benefício seria de R$ 300 mensais, mas o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) elevou esse valor para R$ 400 nesta semana.

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Entretanto, o Orçamento do governo só comporta as parcelas de R$ 300, sendo que os valores acima disso ferem o teto de gastos e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

"Até então, o programa permanente (Bolsa Família) custava cerca de R$ 35 bilhões. [Com o Auxílio Brasil] Haverá um acréscimo de R$ 12 bilhões, chegando a cerca de R$ 47 bilhões. E o benefício transitório que equaliza para que nenhum beneficiário receba menos de R$ 400 custará mais de R$ 40 bilhões em 2022. É isso que estamos tentando equalizar dentro das contas públicas, seguindo as regras fiscais", explicou João Roma, ministro da Cidadania, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Nesta quarta-feira (20), o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que o governo precisa de uma “licença para gastar” e estipulou uma quantia de R$ 30 bilhões fora do teto. Porém, a ala política quer um valor ainda maior.

Conforme apontado pelo jornal, as negociações não têm sido fáceis, mas espera-se que, com a aprovação da PEC dos precatórios, o valor seja incluído no Orçamento de 2022.

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